Categoria: Cidades

 

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  • Mato alto em Rio Doce terá limpeza após cobrança; veja prazo

    Mato alto em Rio Doce terá limpeza após cobrança; veja prazo

    O acúmulo de mato, lixo e animais soltos em um trecho da Rua Treze, na 4ª Etapa de Rio Doce, em Olinda, motivou uma cobrança do Portal Nova Pauta à Prefeitura. A reportagem registrou a situação em imagens feitas no local e, além disso, formalizou o caso na Ouvidoria Municipal.

    No trecho, a equipe encontrou vegetação alta às margens da via, resíduos espalhados em alguns pontos e animais circulando pela área. Por isso, moradores e pessoas que passam pela rua convivem com uma sensação de abandono urbano, sobretudo no período da noite.

    Após o pedido de posicionamento, a Prefeitura de Olinda respondeu ao Portal Nova Pauta. Segundo a gestão municipal, o serviço de capinação e limpeza deve ocorrer no próximo sábado, dia 02/05.

    Problema ocorre na Rua Treze, em Rio Doce

    O trecho fica na Rua Treze, na 4ª Etapa de Rio Doce. A via recebe circulação de moradores, pedestres e veículos. Nas imagens, a vegetação aparece avançando sobre parte do entorno da rua.

    Além disso, há lixo acumulado em alguns pontos. Esse cenário preocupa porque áreas com mato alto e descarte irregular podem favorecer pragas urbanas e animais peçonhentos.

    Também há registro de animais soltos circulando pelo local. Em uma das imagens, cavalos caminham pela rua, próximos ao trecho com vegetação e resíduos.

    Dessa forma, o problema envolve limpeza urbana, manutenção da via e segurança da população.

    Mato em Rio Doce aparece acumulado às margens da Rua Treze, na 4ª Etapa de Olinda, com lixo em alguns trechos.
    Mato alto em trecho da Rua Treze, em Rio Doce. Foto: Portal Nova Pauta

    Situação entrou na Ouvidoria Municipal

    Antes da publicação da reportagem, o Portal Nova Pauta registrou o caso na Ouvidoria Municipal de Olinda. O sistema gerou o protocolo 3010695, aberto em 26 de abril de 2026, às 15h33.

    A manifestação seguiu para a Secretaria de Gestão Urbana/Sesp, com o assunto Limpeza Urbana. No registro, a solicitação pediu capinação, retirada de resíduos e fiscalização contra descarte irregular.

    Além disso, o pedido questionou se existe cronograma regular de manutenção para a Rua Treze e outras vias da 4ª Etapa de Rio Doce.

    Mato em Rio Doce: Prefeitura informou prazo para limpeza

    Em resposta ao Portal Nova Pauta, a Secretaria de Comunicação de Olinda informou que a Rua Treze já consta na programação regular de manutenção urbana do município.

    Segundo a gestão municipal, as equipes devem realizar capinação e limpeza no trecho no próximo sábado, dia 02/05.

    A Prefeitura também afirmou que remove semanalmente entulhos descartados de forma irregular na localidade.

    “A Prefeitura de Olinda, por meio da Secretaria de Gestão Urbana, informa que a via já consta na programação regular de manutenção urbana do município. Inclusive, está prevista para o próximo sábado (02/05) a realização de serviços de capinação e limpeza no trecho. Além disso, a Prefeitura realiza semanalmente a remoção de entulhos descartados de forma irregular na localidade.”

    Descarte irregular exige fiscalização

    Outro ponto citado pela Prefeitura envolve o descarte irregular de resíduos. A gestão municipal reforçou que a população precisa colaborar com o descarte correto do lixo comum e dos entulhos.

    De acordo com a resposta oficial, o município adotou, em 2026, uma legislação mais rigorosa para enfrentar esse tipo de problema. As multas podem chegar a R$ 200 mil para pessoas físicas e jurídicas.

    A Prefeitura informou ainda que intensificou a fiscalização em vias públicas, canais e terrenos baldios. A ação conta com apoio da Secretaria de Meio Ambiente e da Guarda Civil Municipal.

    Portanto, além da capinação, o trecho precisa de fiscalização contínua. Afinal, sem controle do descarte irregular, o mato e o lixo podem voltar a se acumular.

    Mato em Rio Doce aparece ao lado de animais soltos na Rua Treze, em Olinda, com lixo e vegetação alta às margens da via.
    Animais circulam em área com mato alto na Rua Treze. Foto: Portal Nova Pauta

    Iluminação também será analisada

    A reportagem também questionou a Prefeitura sobre a iluminação no trecho. Durante a noite, a área aumenta a sensação de insegurança por causa da vegetação alta e da baixa visibilidade.

    Sobre esse ponto, a gestão informou que enviará uma equipe técnica ao local. O objetivo será analisar a situação no período noturno.

    Depois da vistoria, segundo a Prefeitura, o município deve adotar as medidas necessárias para melhorar o serviço.

    “Sobre a iluminação pública, uma equipe técnica também será encaminhada ao local para realizar análise da situação no período noturno e, a partir da vistoria, adotar as medidas necessárias para melhoria do serviço.”

    Mato em Rio Doce: O que deve acontecer agora

    Com a resposta oficial, a expectativa é que a Rua Treze receba capinação e limpeza no próximo sábado. A Prefeitura também afirmou que seguirá acompanhando a situação.

    No entanto, moradores e pessoas que passam pela área devem continuar atentos. Caso o serviço não ocorra no prazo informado, novos registros podem reforçar a cobrança.

    Além disso, o protocolo da Ouvidoria permite acompanhar a tramitação do pedido dentro da Prefeitura. Assim, a solicitação ganha força documental e facilita novas cobranças.

    Serviço ao leitor

    Local do problema: Rua Treze, 4ª Etapa de Rio Doce, Olinda
    Órgão responsável: Secretaria de Gestão Urbana/Sesp
    Protocolo da Ouvidoria: 3010695
    Data do registro: 26/04/2026, às 15h33
    Previsão informada pela Prefeitura: sábado, dia 02
    Serviço previsto: capinação e limpeza urbana
    Outro ponto informado: vistoria técnica sobre iluminação pública

    Cobrança deve continuar até a execução

    O caso da Rua Treze mostra como a manutenção urbana precisa de acompanhamento permanente em bairros populosos como Rio Doce. A capinação resolve parte do problema imediato. Porém, o descarte irregular exige fiscalização, orientação e colaboração da população.

    A Prefeitura informou que incluiu a área no cronograma de manutenção. Agora, a cobrança se concentra no cumprimento do prazo e na continuidade dos serviços.

    O Portal Nova Pauta seguirá acompanhando o caso.

    Atualização em 07/05/2026:

    A Prefeitura de Olinda informou ao Portal Nova Pauta que a capinação e limpeza previstas para a Rua Treze, em Rio Doce, não ocorreram no sábado, dia 02/05, por causa das fortes chuvas. Segundo a gestão, as equipes precisaram atuar em áreas mais afetadas, como Peixinhos. A nova previsão é que recolhimento de lixo e entulhos, capinação e vistoria da iluminação sejam realizados no sábado, dia 09/05.


    Serviço ao leitor atualizado

    Local do problema: Rua Treze, 4ª Etapa de Rio Doce, Olinda
    Órgão responsável: Secretaria de Gestão Urbana/Sesp
    Protocolo da Ouvidoria: 3010695
    Previsão inicial: sábado, dia 02/05
    Motivo do adiamento: fortes chuvas e deslocamento das equipes para áreas mais afetadas
    Nova previsão informada: sábado, dia 09/05
    Serviços previstos: recolhimento de lixo e entulhos, capinação e vistoria da iluminação pública

    Atualização em 09/05/2026: 

    A Prefeitura de Olinda realizou, neste sábado (09/05), a capinação e limpeza urbana na Rua Treze, na 4ª Etapa de Rio Doce. O serviço ocorreu após cobrança do Portal Nova Pauta e depois de remarcação por causa das fortes chuvas. Imagens feitas no local mostram equipes atuando na manutenção da via.

    Capinação em Rio Doce mostra equipes realizando limpeza urbana na Rua Treze, em Olinda, após cobrança do Portal Nova Pauta.
    Capinação na Rua Treze, em Rio Doce. Foto: Portal Nova Pauta

     

    Capinação em Rio Doce mostra trabalhadores fazendo limpeza urbana na Rua Treze, em Olinda, após cobrança por mato alto.
    Serviço de capinação na Rua Treze, em Rio Doce. Foto: Portal Nova Pauta

     

    Capinação em Rio Doce mostra equipes da limpeza urbana atuando na Rua Treze, em Olinda, após cobrança por mato alto e lixo.
    Equipes fazem capinação na Rua Treze, em Rio Doce. Foto: Portal Nova Pauta

     

  • Prefeitura faz reparo paliativo após queixas em via de Igarassu

    Prefeitura faz reparo paliativo após queixas em via de Igarassu

    Segundo apuração do Portal Nova Pauta e relatos de moradores, um trecho da Estrada Comercial da Pitanga, em Igarassu, vinha enfrentando há anos problemas de buracos, lama e acúmulo de água, cenário que se agravava nos períodos de chuva. Após o pedido de posicionamento enviado pela reportagem à Prefeitura, uma equipe foi deslocada ao local e realizou uma intervenção paliativa com terra, melhorando parcialmente a via, mas sem resolver de forma definitiva a demanda da comunidade.

    Problema antigo afetava a rotina dos moradores

    As primeiras imagens obtidas por nossa equipe nesta quinta (16/04) mostravam buracos profundos, erosão do pavimento e vários pontos com água acumulada ao longo da rua. Em dias chuvosos, o trecho ficava ainda mais crítico. A passagem de veículos era prejudicada. Pedestres também enfrentavam dificuldades para circular com segurança.

    Além dos transtornos à mobilidade, moradores relataram incômodo com lama, poças persistentes e aumento da presença de mosquitos e muriçocas. O cenário, portanto, reunia queixas de infraestrutura urbana e de qualidade de vida.

    Estrada Pitanga com erosão, pedras expostas e água acumulada em trecho da via em Igarassu
    Imagem mostra erosão e poças d’água em trecho da Estrada Comercial da Pitanga, em Igarassu – Foto: Rafael Barreto / Portal Nova Pauta

     

    Estrada Pitanga com buracos, água acumulada e ponto de ônibus em trecho da via em Igarassu
    Via com buracos e poças d’água em trecho da Estrada Comercial da Pitanga, próximo a ponto de ônibus em Igarassu – Foto: Rafael Barreto / Portal Nova Pauta

     

    Imagem mostra cratera, erosão e água acumulada em trecho da via em Igarassu
    Cratera com água acumulada em trecho da Estrada Comercial da Pitanga, em Igarassu – Foto: Rafael Barreto / Portal Nova Pauta

    A moradora Vitória França, que vive na região há cerca de dois anos, resumiu o impacto do problema no cotidiano local.

    “É uma luta muito grande, principalmente em períodos de chuva”, relatou.

    De acordo com a apuração, a queixa não é recente. Segundo o relato reunido, o problema já se arrasta há mais de cinco anos e atravessou gestões municipais anteriores sem uma solução estrutural.

    Estrada Pitanga: Reportagem cobrou resposta oficial da Prefeitura

    Diante do cenário, o Portal Nova Pauta enviou pedido de posicionamento à Secretaria de Comunicação da Prefeitura de Igarassu. Foi solicitado esclarecimentos sobre conhecimento prévio do caso, eventual vistoria técnica, medidas emergenciais, órgão responsável e possível cronograma de recuperação do trecho.

    O prazo dado terminou na sexta-feira (17/04), às 17h. Até esse horário, a Prefeitura não encaminhou resposta oficial por e-mail.

    Ainda assim, após a cobrança jornalística, uma equipe municipal apareceu no local e iniciou uma intervenção emergencial na via. O serviço consistiu no preenchimento de trechos antes deteriorados com terra, além do nivelamento parcial da pista.

    Via teve melhora parcial, mas sem pavimentação

    As novas fotos registradas no local por nossa equipe nesta sexta (17/04), mostram mudança visível em comparação ao cenário inicial. Os grandes buracos deixaram de aparecer com a mesma intensidade. O trecho também ficou mais regular para a circulação imediata de veículos e pedestres.

    Avenida após reparo paliativo com nivelamento de terra em trecho da via em Igarassu
    Trecho da Estrada Comercial da Pitanga após reparo paliativo feito na via em Igarassu – Foto: Rafael Barreto / Portal Nova Pauta

     

    Estrada após nivelamento com terra em trecho da via de Igarassu
    Imagem mostra trecho da Estrada Comercial da Pitanga após nivelamento com terra em Igarassu – Foto: Rafael Barreto / Portal Nova Pauta

     

    Estrada Pitanga com máquina em operação após reparo paliativo em trecho da via de Igarassu
    Máquina em atividade na Estrada Comercial da Pitanga durante reparo paliativo em Igarassu – Foto: Rafael Barreto / Portal Nova Pauta

    Apesar disso, a intervenção tem características provisórias. A rua segue sem pavimentação definitiva. Em vários pontos, o solo exposto evidencia que a solução aplicada foi emergencial. O material colocado ameniza os danos, mas não garante, por si só, durabilidade diante de novas chuvas.

    Esse contexto mantém a principal cobrança dos moradores. A expectativa agora é por uma obra mais completa, com pavimentação adequada e solução permanente para evitar o retorno de lama, erosão e desníveis na pista.

    Estrada Pitanga: Comunidade cobra obra definitiva

    Mesmo com a melhora parcial, a percepção na área é de que o problema ainda não foi encerrado. A intervenção reduziu o transtorno imediato. No entanto, moradores ouvidos pela reportagem seguem defendendo que apenas a pavimentação da via poderá resolver a situação de forma efetiva.

    A demanda ganha relevância por envolver uma área de circulação cotidiana, com casas, comércio de pequeno porte e fluxo de moradores. Quando a rua apresenta buracos e água acumulada, o impacto vai além do desconforto. A rotina de deslocamento, o acesso às residências e a segurança de quem passa pelo local também ficam comprometidos.

    Por isso, a ação da Prefeitura passou a ser vista como um primeiro passo, mas ainda insuficiente diante da gravidade relatada anteriormente pela comunidade.

    Espaço segue aberto para manifestação oficial

    Até o fechamento desta matéria, a Prefeitura de Igarassu não havia respondido oficialmente ao e-mail enviado pelo Portal Nova Pauta dentro do prazo informado pela nossa Redação. Mesmo sem retorno formal, o município enviou equipe ao local e executou uma intervenção paliativa.

    O espaço segue aberto para manifestação da gestão municipal sobre eventual projeto de pavimentação, drenagem ou requalificação definitiva do trecho da Estrada Comercial da Pitanga.

    Estrada Pitanga: Serviço ao leitor

    Moradores que enfrentam problemas semelhantes em vias públicas podem fortalecer a cobrança com fotos, vídeos, protocolos e registros formais junto aos canais oficiais do município. Esse material ajuda a documentar a situação e amplia a pressão por providências permanentes. Envie a sua denúncia ou fato pelo Você Repórter, basta CLICAR AQUI

  • Exclusivo: Obra de UBS em Abreu e Lima avança sem entrega concluída

    Exclusivo: Obra de UBS em Abreu e Lima avança sem entrega concluída

    Obra UBS Abreu: Segundo registros fotográficos feitos pelo Portal Nova Pauta nesta segunda (13/04), a construção de uma unidade básica de saúde em Abreu e Lima segue sem conclusão visível e ainda apresenta cenário de obra ativa no entorno. As imagens mostram tapumes metálicos, estrutura inacabada e acúmulo de resíduos na área externa do equipamento.

    A placa instalada no local informa que se trata da “Construção de Unidades Básicas de Saúde em Abreu e Lima/PE”. O material também exibe marcas institucionais da Prefeitura de Abreu e Lima, do Novo PAC, do Ministério da Saúde e do Governo Federal. Dessa forma, a obra entra no radar do interesse público por envolver investimento em atenção básica e impacto direto para moradores da cidade.

    Placa confirma destino da construção

    O principal elemento de identificação da obra é a placa instalada na frente do terreno. Nela, o projeto aparece vinculado à construção de unidades básicas de saúde no município. Além disso, o painel indica que o empreendimento integra ações ligadas ao Novo PAC.

    Esse detalhe reforça o peso social da obra. Afinal, unidades básicas de saúde funcionam como porta de entrada para consultas, vacinação, pré-natal, acompanhamento de doenças crônicas e outros serviços essenciais. Portanto, qualquer atraso ou indefinição sobre a entrega afeta a rotina de quem depende da rede pública.

    obra UBS Abreu em construção com tapumes, placa oficial e entulho na área externa em Abreu e Lima
    Obra de unidade básica de saúde em Abreu e Lima segue cercada por tapumes e com materiais acumulados na área externa — Foto: Rafael Barreto / Portal Nova Pauta

    Imagens mostram estrutura sem operação

    As fotografias obtidas pelo Portal Nova Pauta mostram que o espaço ainda não funciona como unidade em atendimento. O imóvel permanece cercado por tapumes e muros, enquanto a frente do terreno apresenta sinais de serviço em andamento.

    Também chama atenção a presença de materiais e entulho na área externa próxima à calçada. Embora isso possa fazer parte do estágio construtivo, o cenário reforça que o equipamento ainda não está pronto para operação. Além disso, não há, nas imagens, nenhum indicativo visível de inauguração iminente.

    Obra UBS Abreu: Localização amplia relevância da pauta

    O print de mapa anexado à apuração indica que a obra fica em área urbana consolidada de Abreu e Lima, próxima a vias residenciais e a um polo comercial onde aparece o Novo Atacarejo. Isso aumenta a relevância do equipamento, já que a futura unidade tende a atender uma população numerosa em seu entorno.

    obra UBS Abreu localização no mapa mostrando ruas e área urbana em Abreu e Lima
    Mapa mostra localização da obra de unidade básica de saúde em área urbana de Abreu e Lima — Foto: Google Maps

    Em regiões urbanas com demanda crescente, a presença de uma UBS pode aliviar a pressão sobre outras estruturas de saúde. Por isso, o andamento de obras desse tipo costuma mobilizar atenção de moradores, lideranças comunitárias e usuários do sistema público.

    Saúde básica depende de expansão da rede

    A atenção primária concentra parte importante do cuidado em saúde. É nela que a população busca encaminhamentos, curativos, vacinação, acompanhamento infantil e monitoramento de condições recorrentes. Quando uma nova unidade demora a entrar em funcionamento, a rede deixa de ampliar sua capacidade de atendimento no ritmo esperado.

    Além disso, obras ligadas à saúde pública costumam representar promessa concreta de melhora na oferta de serviços. Em cidades da Região Metropolitana, onde a demanda por atendimento é constante, cada nova estrutura concluída pode reduzir deslocamentos e filas.

    Obra UBS Abreu: Falta de entrega visível mantém dúvidas

    As imagens permitem afirmar que a construção existe, está identificada e permanece sem operação aparente. No entanto, elas não permitem, por si só, concluir o estágio exato do cronograma nem apontar eventual paralisação formal.

    Por essa razão, a abordagem mais responsável é registrar o que está documentado visualmente. O que se vê é uma obra não entregue, ainda cercada e com sinais de atividade construtiva no entorno. Assim, a principal cobrança pública recai sobre transparência, prazo e previsão de funcionamento.

    Transparência é essencial em obras públicas

    Em empreendimentos financiados com recursos públicos, a sociedade espera clareza sobre execução, custos, prazo e benefício final. Quando a estrutura ainda não entra em funcionamento, cresce a necessidade de informação acessível e atualizada.

    Nesse contexto, a visibilidade da obra por si só não encerra a discussão. O tema ganha importância porque envolve saúde básica, investimento público e expectativa concreta da população por atendimento mais próximo de casa.

    Obra UBS Abreu: O que a população espera

    Para quem vive em Abreu e Lima, o essencial é saber quando a unidade passará a atender. A entrega de uma UBS não representa apenas uma nova edificação. Ela significa acesso mais rápido a serviços básicos, prevenção e acompanhamento contínuo para famílias inteiras.

    Desde a publicação desta reportagem, a rede municipal de saúde de Abreu e Lima recebeu novas ações e ampliação de serviços. Em julho de 2026, a Prefeitura anunciou a inauguração de uma nova Unidade de Saúde da Família em Timbó.

    A administração municipal também passou a oferecer agendamento de consultas nas UBS por WhatsApp. Até o momento desta atualização, porém, o Portal Nova Pauta não encontrou confirmação pública suficiente de que a unidade inaugurada corresponda exatamente à obra registrada nas imagens desta reportagem. O acompanhamento permanece aberto para confirmar o estágio e a destinação do equipamento fotografado em abril.

  • Patinetes no Recife: veja regras para uso em ciclovias

    Patinetes no Recife: veja regras para uso em ciclovias

    Patinetes elétricos podem circular em ciclovias e ciclofaixas do Recife, desde que atendam às regras da Resolução nº 996/2023 do Conselho Nacional de Trânsito. O tema ganhou força após o início do sistema de patinetes compartilhados na capital.

    A regulamentação nacional define quais equipamentos podem circular nesses espaços e quais veículos ficam sujeitos a regras próprias. Em Pernambuco, o Cetran-PE publicou em 2026 uma nota técnica que reforça a necessidade de regulamentação municipal específica para patinetes elétricos compartilhados, especialmente na Região Metropolitana do Recife.

    O que diz a norma nacional

    A resolução do Contran classifica os equipamentos de mobilidade individual autopropelidos como veículos com uma ou mais rodas e propulsão própria. Esses equipamentos devem ter potência nominal máxima de até 1.000 watts.

    Além disso, a velocidade máxima de fabricação não pode ultrapassar 32 km/h. A norma também define dimensões específicas para esse enquadramento.

    Na prática, essa definição inclui patinetes elétricos e equipamentos semelhantes. Por isso, esses modais podem circular em ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas, desde que respeitem a regulamentação do órgão responsável pela via.

    Onde esses equipamentos podem circular

    A Resolução nº 996 autoriza a circulação desses equipamentos em áreas de pedestres, ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas. A norma também permite o uso em vias com velocidade regulamentada de até 40 km/h.

    Em áreas de circulação de pedestres, a velocidade máxima prevista é de 6 km/h. Já em ciclovias e ciclofaixas, o usuário deve seguir a velocidade regulamentada pelo órgão com circunscrição sobre a via.

    Essa regra mostra que o patinete não pode circular de qualquer forma. O uso depende do enquadramento técnico do equipamento e do respeito às regras locais.

    Patinetes no Recife: O que muda na prática no Recife

    No Recife, o assunto ganhou destaque com a volta dos patinetes elétricos compartilhados. A operação surgiu como alternativa para deslocamentos curtos e para integração com outros meios de transporte.

    Esse cenário aumentou o interesse pelas regras. Afinal, a circulação desses equipamentos passou a fazer parte da rotina em áreas com grande fluxo urbano e presença de infraestrutura cicloviária.

    A malha cicloviária do Recife chegou a cerca de 206 quilômetros em 2026, segundo dados mais recentes divulgados pela Prefeitura. Aproximadamente 195 quilômetros formam trechos conectados entre as zonas Norte, Oeste, Centro e Sul.

    Regras para o uso dos patinetes compartilhados

    No serviço compartilhado em operação na cidade, o usuário precisa seguir as regras definidas pela plataforma e pela regulamentação de trânsito. O uso seguro do equipamento ocupa papel central nessa nova etapa da mobilidade urbana.

    Na prática, o funcionamento do sistema ampliou a necessidade de orientar quem usa o equipamento pela primeira vez. Isso vale principalmente para circulação, estacionamento e convivência com pedestres e ciclistas.

    Em nota técnica publicada em 2026, o Conselho Estadual de Trânsito de Pernambuco recomendou que os municípios definam com clareza onde os patinetes podem circular, os limites locais de velocidade, as regras de estacionamento e os critérios para retirada de equipamentos em locais inadequados. O documento cita expressamente ciclovias, ciclofaixas, ciclorrotas, áreas de pedestres e vias com tráfego misto.

    Limites de velocidade exigem atenção

    A velocidade é um dos pontos mais importantes da regra. Em áreas com pedestres, o limite é menor e exige condução cuidadosa.

    Já em ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas, a circulação depende da velocidade regulamentada no local. Por isso, o usuário precisa observar a sinalização e adaptar a condução ao ambiente.

    Essa diferenciação busca reduzir conflitos no espaço urbano. Além disso, ela reforça que o patinete não funciona como um veículo sem regra.

    Nem todo veículo elétrico pode usar ciclovia

    Uma das maiores dúvidas envolve a diferença entre patinete elétrico e moto elétrica. Nem todo veículo movido a energia elétrica pode circular em ciclovias.

    O ponto central está na classificação legal do equipamento. Quando ele ultrapassa os limites de potência ou velocidade definidos pelo Contran, o enquadramento muda. Nesse caso, o veículo pode entrar nas categorias de ciclomotor, motocicleta, motoneta ou triciclo.

    Por isso, motos elétricas e ciclomotores não entram automaticamente nessa autorização. Essas categorias seguem regras próprias de trânsito e podem exigir registro, licenciamento e emplacamento.

    Quais itens de segurança são obrigatórios

    A resolução também exige equipamentos obrigatórios para a circulação dos autopropelidos. Entre eles estão indicador ou limitador eletrônico de velocidade, campainha e sinalização noturna dianteira, traseira e lateral incorporada ao equipamento.

    Esses itens ajudam na visibilidade e aumentam a segurança dos usuários. Além disso, eles reforçam que a circulação regular depende do cumprimento de requisitos técnicos mínimos.

    Patinetes no Recife: Fiscalização também faz parte da regra

    No Recife, agentes da CTTU fiscalizam as rotas cicláveis. A população também pode solicitar atendimento pelo teleatendimento 24 horas da autarquia.

    Segundo a CTTU, quem insiste em desrespeitar a sinalização, transitando ou estacionando veículos na ciclofaixa, pode receber autuação. As multas variam de R$ 195,23 a R$ 880,41, com registro de pontos na CNH quando a infração se aplica.

    Convivência entre modais entra no centro do debate

    A discussão não envolve apenas a autorização para circular. Ela também trata da convivência segura entre diferentes modais no espaço urbano.

    Com o avanço dos equipamentos leves, cresce a necessidade de educação de trânsito, fiscalização e respeito à sinalização. Isso vale para usuários de patinetes, ciclistas, pedestres e motoristas.

    No Recife, onde a malha cicloviária segue em expansão, esse debate tende a ganhar ainda mais importância. A CTTU trata a rede ciclável como uma das metas centrais da política de mobilidade urbana da cidade.

    Patinetes no Recife: O que o leitor precisa saber

    Para o leitor, a orientação é prática e simples. Patinetes elétricos podem usar ciclovias e ciclofaixas no Recife quando se enquadram na norma do Contran e respeitam a regulamentação da via.

    Já motos elétricas e veículos de categoria superior não entram automaticamente nessa permissão. Em caso de dúvida, vale observar a classificação do veículo, a velocidade permitida e os requisitos obrigatórios para circulação.

    Assim, a principal recomendação é verificar se o equipamento se encaixa na regulamentação. Esse cuidado evita uso irregular e contribui para uma mobilidade mais segura na capital.

  • Exclusivo – Chuvas provocam alagamentos e suspendem aulas em Itamaracá

    Exclusivo – Chuvas provocam alagamentos e suspendem aulas em Itamaracá

    A forte chuva que atingiu a Região Metropolitana do Recife nesta quarta-feira (08/04) provocou alagamentos em vários pontos da Ilha de Itamaracá, no Litoral Norte de Pernambuco, suspendeu atividades escolares e colocou o município em estado de alerta. Entre os trechos afetados, a Rua Luís Cipião, no bairro do Pilar, chamou atenção porque a água cobriu a pista e dificultou a circulação de moradores e veículos.

    A imagem recebida pelo Portal Nova Pauta mostra a rua completamente tomada pela água em uma área residencial. Além disso, o cenário reforça o impacto direto da chuva sobre a rotina da população. Moradores relataram preocupação com riscos escondidos sob a lâmina d’água, como bocas de lobo, buracos e trechos danificados do pavimento.

    O problema, porém, não se restringiu ao Pilar. Segundo informações repassadas à reportagem, diversos pontos da Ilha de Itamaracá registraram acúmulo de água ao longo do dia. Com isso, a mobilidade urbana ficou comprometida em diferentes áreas da cidade. Ao mesmo tempo, o município superou a marca de 90 milímetros de chuva em 24 horas, o que ampliou o alerta para novos alagamentos.

    Rua Luís Cipião concentrou um dos cenários mais críticos

    Na Rua Luís Cipião, a água avançou sobre praticamente toda a extensão visível da via. Por isso, pedestres passaram a enfrentar mais dificuldade para atravessar o trecho. Da mesma forma, motociclistas e motoristas precisaram redobrar a atenção diante do risco de acidentes.

    Em situações assim, o problema vai além do incômodo causado pela chuva. Muitas vezes, a água encobre estruturas de drenagem, desníveis do solo e objetos arrastados pela enxurrada. Consequentemente, a travessia se torna ainda mais perigosa, sobretudo para idosos, crianças e pessoas com mobilidade reduzida.

    Além do risco imediato, o alagamento em rua residencial aumenta a sensação de insegurança entre os moradores. Isso ocorre porque a população passa a conviver com obstáculos já na saída de casa. Em seguida, surgem dificuldades para trabalhar, estudar, acessar serviços e circular com segurança pelo bairro.

    Alagamentos Itamaracá: Escolas suspenderam atividades durante a chuva

    A rede de ensino também sofreu impacto com o mau tempo. Por causa da intensidade da chuva, escolas suspenderam as atividades nesta quarta-feira. Assim, a medida buscou evitar a exposição de alunos, professores e funcionários aos riscos provocados pelos alagamentos e pelo deslocamento comprometido.

    Essa suspensão mostra que o problema ultrapassou o campo do transtorno pontual. Afinal, quando a chuva afeta o funcionamento das escolas, a cidade passa a sentir reflexos em toda a rotina social. Além disso, muitas famílias precisam reorganizar o dia por causa da interrupção das aulas.

    Em períodos de chuva forte, decisões como essa costumam ocorrer de forma preventiva. Ainda assim, elas também revelam a dimensão do impacto causado pelo grande volume de água em curto espaço de tempo. No caso de Itamaracá, o cenário desta quarta reforçou o nível de preocupação das autoridades e dos moradores.

    Acumulado acima de 90 mm elevou o estado de alerta

    A marca superior a 90 milímetros em 24 horas colocou Itamaracá em um patamar de atenção elevado. Em municípios litorâneos, esse volume já representa risco importante para áreas urbanas com drenagem sensível. Por essa razão, a combinação entre chuva persistente e dificuldade de escoamento agrava rapidamente o quadro.

    Na prática, foi exatamente esse cenário que moradores encontraram na ilha. Primeiro, a chuva caiu com força em diferentes momentos do dia. Depois, a água passou a se acumular em ruas e acessos residenciais. Como resultado, a população enfrentou alagamentos, insegurança e lentidão no deslocamento.

    Enquanto isso, outras cidades da Região Metropolitana do Recife também registraram transtornos provocados pela chuva. Portanto, o episódio em Itamaracá se insere em um contexto regional de instabilidade climática. Em Pernambuco, esse tipo de ocorrência costuma expor falhas de drenagem e ampliar problemas em áreas com histórico de alagamento.

    Moradores precisam evitar trechos encobertos pela água

    Diante do avanço da água em vários pontos da ilha, a principal orientação é evitar a travessia de áreas alagadas. Mesmo quando o nível parece baixo, o risco permanece alto. Isso acontece porque a água pode esconder bueiros abertos, lixo acumulado, buracos e correntezas localizadas.

    Além disso, a atenção deve ser redobrada em locais com pouca iluminação ou baixa visibilidade. Nessas condições, o morador perde a referência do terreno e aumenta a chance de acidente. Por isso, a recomendação é aguardar a redução do nível da água sempre que possível.

    Ao mesmo tempo, a população deve acompanhar avisos meteorológicos e comunicados oficiais. Caso o alagamento avance ou se aproxime das residências, o ideal é procurar um local seguro e acionar os canais de emergência do município.

    Alagamentos Itamaracá: Episódio reacende debate sobre drenagem urbana

    O novo registro de alagamentos em Itamaracá recoloca em pauta a necessidade de ações preventivas na drenagem urbana. Entre elas, estão a limpeza de galerias, a manutenção de bocas de lobo e o monitoramento permanente de áreas críticas. Sem esse cuidado, os efeitos da chuva tendem a se repetir com força maior.

    Na Rua Luís Cipião e em outros trechos do Pilar, a quarta-feira foi marcada por apreensão, dificuldade de circulação e medo de acidentes. Nesse contexto, o episódio reforça a cobrança por respostas estruturais do poder público. Mais do que uma ocorrência isolada, o cenário evidencia um problema urbano que volta a afetar a rotina dos moradores em períodos chuvosos.


    Serviço ao leitor

    Em caso de alagamento, a orientação é:

    evitar caminhar ou dirigir em ruas cobertas por água;

    manter crianças longe de bocas de lobo e canais;

    não tentar atravessar trechos com correnteza;

    acompanhar os comunicados oficiais e alertas meteorológicos;

    acionar a Defesa Civil em situações de risco.

  • João Campos encerra ciclo no Recife com hospital e parque

    João Campos encerra ciclo no Recife com hospital e parque

    Despedida com obras e sinal político

    Despedida João Campos: Segundo informações publicadas pelo Brasil de Fato e repercutidas na imprensa pernambucana, João Campos encerrou sua passagem pela Prefeitura do Recife com duas entregas de peso nesta quinta-feira (02/04). O então prefeito participou da inauguração do Hospital da Criança do Recife, em Areias, e da entrega de uma nova etapa do Parque Governador Eduardo Campos, no Pina.

    O último dia de João Campos à frente da Prefeitura do Recife reuniu entregas administrativas e a formalização de sua saída do cargo. Após os eventos, ele apresentou a carta de renúncia ao mandato.

    Durante a solenidade, João Campos reforçou o tom de encerramento de ciclo. Em discurso público, afirmou: “Saio após cinco anos e três meses. Saio para fazer mais pelo Recife e por Pernambuco”. A fala ampliou a leitura de que a saída da prefeitura ocorre com foco em um novo movimento político no estado.

    Despedida João Campos: Último ato da gestão no Recife

    Ao longo do dia, a despedida foi tratada como um marco administrativo. Ao mesmo tempo, também foi vista como um gesto de transição de poder no Recife. João Campos ainda declarou: “Saio e Victor Marques (vice-prefeito) assume. Será um grande prefeito. Bati recordes de entregas”.

    Com isso, o discurso buscou associar o fechamento da gestão a um legado de obras e expansão de serviços. Portanto, a narrativa construída no evento combinou prestação de contas, continuidade administrativa e reposicionamento político.

    Hospital da Criança é a principal entrega na saúde

    Na área da saúde, a principal inauguração foi o Hospital da Criança do Recife Antônio Carlos Figueira, localizado na Avenida Recife, no bairro de Areias. A unidade foi apresentada como um novo equipamento estratégico da rede municipal pediátrica.

    De acordo com informações divulgadas sobre a obra, o hospital recebeu investimento superior a R$ 200 milhões. Parte relevante desse montante veio do governo federal. Além disso, a operação deve acontecer de forma gradual, até alcançar funcionamento pleno nos próximos meses.

    A estrutura conta com cerca de 12 mil metros quadrados e 60 leitos, entre enfermaria e UTI. Também terá capacidade para realizar um grande volume de consultas, exames e cirurgias ao longo do ano. Dessa forma, o município pretende ampliar a assistência pediátrica especializada pelo SUS.

    Despedida João Campos com vista aérea do Hospital da Criança do Recife e público na inauguração
    Instalado no bairro de Areias, o Hospital da Criança do Recife recebeu 75% dos recursos do Ministério da Saúde e passa a oferecer 15 subespecialidades pediátricas, centro diagnóstico, bloco cirúrgico e 60 leitos voltados ao atendimento de crianças e adolescentes | Crédito: Wesley D’Almeida / Prefeitura do Recife

     

    Despedida João Campos com corredor interno do Hospital da Criança do Recife decorado para atendimento pediátrico
    Corredor interno do Hospital da Criança do Recife integra a nova estrutura entregue em abril de 2026 na capital pernambucana | Crédito: Marlon Diego e Edson Holanda / Prefeitura do Recife

    Atendimento pediátrico e serviços especializados

    O novo hospital foi planejado para atuar em 15 subespecialidades pediátricas. Além disso, a unidade reúne centro cirúrgico, exames, atendimento odontológico e suporte multiprofissional. Esse conjunto deve reforçar a rede pública de saúde infantil da capital.

    Outro ponto de destaque é o Centro TEA, integrado ao Núcleo de Desenvolvimento Integral. O espaço terá atendimento especializado para crianças e adolescentes com transtornos do neurodesenvolvimento. Ao mesmo tempo, o complexo contará com área de equoterapia, o que amplia o alcance social do equipamento.

    Durante a inauguração, João Campos afirmou:

    “O hospital vai ter capacidade de zerar filas importantes da cidade na área de pediatria”.

    Na mesma ocasião, acrescentou que o novo centro poderá dar “autossuficiência” ao Recife em exames e fortalecer a capacidade da capital na área infantil.

    Por sua vez, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, declarou:

    “Este hospital será referência não só para Pernambuco, mas para todo o Brasil”.

    Assim, a entrega também ganhou dimensão nacional no debate sobre estrutura pública de saúde.

    Despedida João Campos: Parque amplia lazer e requalificação urbana

    No Pina, a gestão entregou a etapa final do Parque Governador Eduardo Campos. O equipamento urbano ocupa a área do antigo Aeroclube e se consolidou como uma das principais intervenções recentes de lazer e convivência no Recife.

    Segundo dados divulgados sobre o projeto, o parque chega a cerca de 70 mil metros quadrados. Com isso, supera áreas verdes tradicionais da cidade em dimensão e variedade de usos. Além do porte, o espaço reúne funções recreativas, esportivas e paisagísticas.

    A fase entregue agora acrescentou quadra polivalente, campo de futebol, pistas de caminhada e skate, circuito de parkour, academia do idoso e novas áreas de convivência. Dessa maneira, o parque amplia a oferta de lazer para moradores e visitantes da Zona Sul.

    público reunido no Parque Governador Eduardo Campos durante inauguração
    Na reta final da gestão, João Campos participou da entrega de um parque na Zona Sul do Recife, em agenda com presença de crianças e foco em lazer urbano | Crédito: Hélia Scheppa e Edson Holanda / Prefeitura do Recife

    Equipamento tem peso urbano e simbólico

    Além do uso cotidiano, o parque carrega valor simbólico. Isso porque o espaço leva o nome do ex-governador Eduardo Campos e foi entregue no último dia de João Campos na prefeitura. Portanto, a inauguração reuniu memória política, marca de gestão e projeção eleitoral.

    Em paralelo, o equipamento reforça uma agenda de requalificação urbana em uma área estratégica da capital. Por isso, a entrega foi tratada como uma obra de forte apelo popular e visual, com potencial de impacto duradouro no entorno.

    vista aérea do Parque Governador Eduardo Campos na Zona Sul do Recife
    Instalado no bairro do Pina, o Parque Eduardo Campos ocupa uma área de 70 mil metros quadrados às margens da Via Mangue, na região posterior ao shopping RioMar | Crédito: Diego Nigro / Prefeitura do Recife

    Recorte de Pernambuco e cenário político

    No tabuleiro político de Pernambuco, a saída de João Campos da prefeitura reorganiza o debate sobre a sucessão estadual. Ao mesmo tempo, transfere a Victor Marques a responsabilidade de manter a continuidade administrativa no Recife.

    Victor Marques tomou posse como prefeito do Recife em 6 de abril de 2026, quatro dias após a renúncia de João Campos.

    Além disso, as entregas do hospital e do parque funcionam como uma vitrine do encerramento da gestão. Assim, o movimento busca apresentar resultados concretos em áreas sensíveis, como saúde pública, lazer urbano e infraestrutura social.

    A saída de João Campos encerrou um ciclo de pouco mais de cinco anos à frente da Prefeitura do Recife. A renúncia ocorreu no mesmo dia das entregas do Hospital da Criança e da etapa final do Parque Governador Eduardo Campos. Victor Marques assumiu definitivamente a prefeitura em 6 de abril, dando continuidade ao mandato municipal.

  • Grande Recife recebe 40 ônibus com ar e anuncia nova ligação

    Grande Recife recebe 40 ônibus com ar e anuncia nova ligação

    Ônibus climatizados: a Região Metropolitana do Recife avançou na renovação da frota climatizada anunciada em março. O Governo de Pernambuco apresentou os primeiros 40 ônibus no dia 30 daquele mês, dentro de um cronograma que previa 80 veículos para 2026. A segunda remessa, também com 40 unidades, chegou em 8 de junho e completou a entrega prevista.

    Os veículos integram investimentos na modernização do transporte metropolitano, com recursos ligados ao Novo PAC. As unidades contam com ar-condicionado, recursos de acessibilidade e tecnologia voltada à redução de emissões.

    Ônibus novos do Grande Recife estacionados em frente ao Palácio do Campo das Princesas, no centro do Recife
    Foto: Yedo Leonel/Secom

    Novos ônibus reforçam frota em cidades da RMR

    Os primeiros 40 veículos ficaram sob operação da MobiBrasil, com atendimento voltado à Zona Oeste do Recife, Camaragibe e São Lourenço da Mata. A segunda remessa ampliou o alcance para Recife, São Lourenço da Mata, Camaragibe e Olinda. Os ônibus contam com ar-condicionado, acessibilidade e equipamentos voltados ao conforto dos passageiros.

    Outro ponto destacado é a tecnologia Euro 6. Segundo a publicação original, esse padrão permite reduzir em 75% a emissão de gases poluentes em comparação com modelos mais antigos. Com isso, a renovação da frota também passa a ter peso ambiental, além do ganho operacional. No material enviado à imprensa, a governadora Raquel Lyra afirmou:

    “Desde o início da gestão, em 2023, quase 300 ônibus foram entregues à operação da Região Metropolitana do Recife, configurando o maior investimento da história no transporte público local, com aportes de R$ 500 milhões por ano em subsídios diretos e indiretos. Quem vive na Região Metropolitana tem o direito de passar mais tempo com seus filhos e menos tempo no trânsito”.

    Ônibus climatizados do Grande Recife estacionados em frente ao Palácio do Campo das Princesas, no Recife
    Foto: Yacy Ribeiro/Secom

    Ônibus climatizados: linha 650 liga Macaxeira ao TI Xambá

    A ligação anunciada em março saiu do planejamento e entrou em operação em 24 de abril. O Grande Recife Consórcio de Transportes criou a linha 650 – TI Macaxeira/TI Xambá para conectar diretamente Recife e Olinda.

    A operação começou com 60 viagens diárias e tarifa do Bilhete Único. O serviço integra os dois terminais e atende uma demanda antiga de passageiros da área Norte da Região Metropolitana. A Transportadora Globo assumiu a operação da linha.

    Novo lote entra em teste no Grande Recife

    A renovação ganhou uma nova etapa nesta sexta-feira (25). O Governo de Pernambuco anunciou 50 ônibus climatizados ligados ao Consórcio Conorte, responsável por parte da operação na área Norte da Região Metropolitana.

    Os veículos começam a circular em caráter pré-operacional neste sábado (26), das 13h às 19h. O teste passará por Abreu e Lima, Paulista, Olinda, Recife e Jaboatão dos Guararapes.

    Os 50 ônibus integram um pacote de 150 veículos climatizados. O conjunto prevê 110 modelos convencionais e 40 unidades BRT destinadas ao corredor Norte-Sul. O Grande Recife deverá definir as linhas atendidas após avaliar demanda de passageiros, tempo de viagem e velocidade média dos trajetos.

    Ônibus climatizados: renovação avança na RMR

    Desde a publicação inicial desta reportagem, duas etapas previstas em março avançaram. O Estado completou a entrega dos 80 ônibus daquele cronograma e colocou em funcionamento a ligação entre Macaxeira e Xambá.

    A chegada de novos veículos amplia a renovação da frota e pode melhorar as condições de viagem de quem depende diariamente do transporte metropolitano. A distribuição definitiva dos ônibus do novo lote indicará quais linhas receberão o reforço nesta nova etapa.

  • Escolinhas esportivas em Olinda seguem com matrículas abertas para jovens

    Escolinhas esportivas em Olinda seguem com matrículas abertas para jovens

    As Escolinhas esportivas em Olinda seguem com matrículas abertas para jovens de 7 a 17 anos na Vila Olímpica, em Rio Doce. As atividades são gratuitas e incluem futebol, futsal, handebol, vôlei, karatê e percussão. As turmas funcionam nos períodos da manhã e da tarde.

    O cadastro deve ser realizado presencialmente na Vila Olímpica, localizada na Avenida Brasil, nº 476, na 3ª Etapa de Rio Doce. O atendimento para inscrições acontece de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

    A nova etapa de matrículas começou em setembro e atualizou informações divulgadas no primeiro semestre. Em março, a programação atendia uma faixa etária diferente e incluía natação entre as atividades. A relação mais recente publicada pela Prefeitura de Olinda apresenta seis modalidades para crianças e adolescentes.

    Seis modalidades integram programação gratuita

    As escolinhas oferecem futebol, futsal, handebol, vôlei, karatê e percussão. Todas contam com turmas nos dois turnos, permitindo que estudantes conciliem as atividades com a rotina escolar.

    A Secretaria de Esportes também reforçou a estrutura das aulas com novos materiais esportivos entregues em setembro. Os equipamentos chegaram por meio de uma parceria com a ONG Resgate da Vida e passaram a integrar as atividades desenvolvidas no equipamento municipal.

    A iniciativa mantém na Vila Olímpica um espaço gratuito de prática esportiva e convivência para jovens de diferentes áreas de Olinda. A programação permite contato com esportes coletivos, modalidades individuais e uma atividade cultural ligada à percussão.

    Em Rio Doce, outros equipamentos públicos também passam por melhorias. O Portal Nova Pauta acompanha o andamento do CEU da Cultura de Rio Doce, projeto voltado a atividades culturais, esportivas e comunitárias no bairro.

    A matrícula exige RG, certidão de nascimento do aluno, declaração escolar, comprovante de residência e documento de identidade do responsável. Também é exigida declaração médica que confirme aptidão para a prática de atividade física.

    A relação atual de documentos divulgada pelo município deve ser considerada pelos interessados antes de comparecer ao local. A Prefeitura não informou prazo final para encerramento das inscrições na comunicação mais recente.

    Escolinhas esportivas em Olinda: matrícula deve ser feita na Vila Olímpica

    A continuidade das inscrições amplia o acesso de crianças e adolescentes às atividades mantidas pela Secretaria de Esportes. As turmas funcionam em diferentes modalidades e buscam incentivar a prática esportiva regular, a convivência e a participação em atividades coletivas.

    A Vila Olímpica concentra as inscrições e as atividades das escolinhas. A abertura de novas vagas amplia a possibilidade de ingresso nas turmas mantidas gratuitamente pelo município.

    Para as famílias interessadas, a recomendação é reunir a documentação antes de ir ao local. A declaração médica faz parte das exigências apresentadas pela administração municipal para ingresso nas atividades.

    Serviço

    Escolinhas esportivas Olinda

    Local: Vila Olímpica
    Endereço: Avenida Brasil, nº 476, Rio Doce – 3ª Etapa
    Inscrições: segunda a sexta-feira
    Horário: das 8h às 17h
    Público: jovens de 7 a 17 anos
    Modalidades: futebol, futsal, handebol, vôlei, karatê e percussão
    Turnos: manhã e tarde
    Valor: gratuito

    Documentos: RG ou certidão de nascimento do aluno, declaração escolar, comprovante de residência, RG do responsável e declaração médica de aptidão para atividade física.

  • Defesa Civil de PE reforçou preparo para chuvas com reuniões

    Defesa Civil de PE reforçou preparo para chuvas com reuniões

    Defesa Civil PE: A Defesa Civil de Pernambuco intensificou, em março de 2026, a preparação dos municípios para o período chuvoso desse ano. A estratégia incluiu reuniões regionais, alinhamento de protocolos e orientação sobre sistemas de alerta e resposta.

    Os encontros ocorreram em cidades como Carpina, Palmares, Caruaru, Garanhuns e Recife. A iniciativa busca fortalecer a articulação entre o Estado e as prefeituras. Além disso, o trabalho alinha procedimentos para prevenção e resposta durante o período de chuvas.

    Orientação técnica aos municípios

    De acordo com a divulgação oficial, as reuniões abordam temas centrais da gestão de risco. Entre eles, estão os fluxos de comunicação entre os órgãos, o acionamento do sistema Defesa Civil Alerta e o reforço da cooperação institucional. Assim, a ação também amplia a capacidade dos municípios para emitir alertas e comunicar riscos à população.

    Em Paulista, representantes da Defesa Civil municipal participaram de agenda técnica na sede estadual. No encontro, as equipes discutiram previsões de chuva para 2026 e o planejamento preventivo para o inverno. Para isso, utilizaram dados técnicos da Apac como base para o debate.

    Defesa Civil PE: Integração regional antecedeu o tempo chuvoso de 2026

    Em Caruaru, uma das reuniões regionais reuniu representantes de órgãos municipais e estaduais. Nesse sentido, o objetivo foi alinhar ações de prevenção e resposta para a Operação Inverno 2026. O encontro ocorreu no auditório da Escola de Governo.

    A preparação regional ganha relevância porque melhora a coordenação entre os órgãos antes do período mais crítico. Com isso, as equipes podem revisar protocolos, definir canais de acionamento e organizar a atuação em áreas vulneráveis.

    Estratégia priorizou prevenção e resposta rápida

    As reuniões ajudaram a padronizar protocolos de prevenção, resposta e comunicação entre Estado e municípios antes da quadra chuvosa de 2026.

    Serviço ao leitor

    Defesa Civil do Recife
    Atendimento: 24 horas
    Telefone: 0800 081 3400
    Contato adicional: 3036-4873
    Solicitações: vistorias em imóveis, barreiras, áreas com risco de deslizamento, alagamento e outros atendimentos emergenciais
    Acesso digital: Conecta Recife

    Em períodos de chuva intensa, moradores de áreas de risco devem procurar um local seguro e acionar a Defesa Civil quando houver necessidade. O atendimento é gratuito.

  • Universo dos Robôs em Olinda levou 18 estruturas gigantes ao Shopping Patteo

    Universo dos Robôs em Olinda levou 18 estruturas gigantes ao Shopping Patteo

    O Universo dos Robôs em Olinda reuniu 18 estruturas gigantes no Shopping Patteo entre 4 e 30 de março de 2026. A atração ocorreu na Praça de Eventos, no piso térreo, com entrada gratuita para a exposição principal.

    A iniciativa integrou a agenda de lazer do empreendimento naquele período. Entre os personagens apresentados estavam Bumblebee, Dino Mirage, Lazerbeak, Skul e Cronus. Parte das estruturas ultrapassava três metros de altura, segundo a organização.

    A agenda de lazer em centros comerciais também ganhou outras atrações ao longo do ano. O Portal Nova Pauta acompanhou programações gratuitas realizadas em shoppings da Região Metropolitana, com atividades voltadas ao público infantil e às famílias.

    A cobertura contou com registros próprios feitos no local, incluindo imagens dos personagens instalados na área destinada à mostra.

    Exposição reuniu personagens gigantes em Olinda

    A mostra apresentou estruturas inspiradas em figuras conhecidas da cultura pop e da ficção científica. Bumblebee esteve entre os destaques, acompanhado por outros modelos distribuídos pela Praça de Eventos.

    O público podia visitar a exposição durante o funcionamento do shopping. O espaço permitia observar as peças de perto e fazer fotografias.

    Nos fins de semana, a atração recebeu apresentações da Turminha dos Robôs. Os shows ocorreram aos sábados e domingos, a partir das 16h. Durante as atividades, os personagens dançavam, interagiam com visitantes e participavam de momentos para fotos.

    Bumpcar Park integrou o evento

    O Bumpcar Park passou a fazer parte da agenda em 9 de março. A atração utilizava carrinhos infláveis e elétricos com formato inspirado em discos voadores.

    Os veículos eram controlados por joysticks e realizavam giros de 360 graus. A estrutura comportava até 15 participantes por rodada, segundo a organização.

    Na edição de 2026, os preços variavam conforme o tamanho do carrinho e o tempo de utilização. Para crianças de até 13 anos, o modelo menor custava R$ 20 por cinco minutos e R$ 35 por dez.

    A partir dos 14 anos, os valores eram de R$ 25 e R$ 45, conforme o período escolhido. O carro maior custava R$ 40 na rodada curta e R$ 60 na ampliada. O limite informado para utilização era de 120 quilos.

    Como foi a edição de 2026

    Evento: Universo dos Robôs
    Período: 4 a 30 de março de 2026
    Local: Shopping Patteo Olinda, piso térreo
    Exposição principal: gratuita
    Estruturas apresentadas: 18
    Shows interativos: sábados e domingos, a partir das 16h
    Atração complementar: Bumpcar Park, foi com cobrança separada

    A edição de 2026 passou a integrar o histórico de atividades de entretenimento realizadas no Shopping Patteo Olinda. O registro permite consultar como foi o evento e as atrações oferecidas ao público naquele período.

    Universo dos Robôs: personagens em exposição gratuita no Shopping Patteo Olinda durante evento em março
    Personagens da atração Universo dos Robôs – Foto: Rafael Barreto/Portal Nova Pauta