Tubarão em Boa Viagem: Uma jovem de 19 anos sofreu um incidente envolvendo um animal marinho na tarde desta segunda-feira (1º de junho), na Praia de Boa Viagem, na Zona Sul do Recife. O caso ocorreu próximo ao quiosque 19 e aumentou o alerta entre frequentadores da orla.
Segundo informações publicadas pelo Diario de Pernambuco, a ocorrência é tratada como ataque de tubarão. A vítima, Marcela Vitória de Lima Santos, sofreu um ferimento grave na perna direita. Banhistas retiraram a jovem do mar e iniciaram o socorro antes da chegada das equipes de emergência.
O episódio ocorreu pouco mais de 24 horas depois de outro incidente na Praia de Piedade, em Jaboatão dos Guararapes. A sequência reforça a necessidade de atenção às orientações de segurança nos trechos monitorados da Região Metropolitana do Recife.
Samu recebeu chamado durante a tarde
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), recebeu o chamado às 15h12. Uma equipe seguiu para Boa Viagem e prestou atendimento próximo ao quiosque 19.
A jovem passou por estabilização inicial no Hospital Alfa, na Zona Sul do Recife. Na sequência, uma Unidade de Suporte Avançado do Samu realizou a transferência para o Hospital da Restauração, na área central da capital pernambucana.
Pessoas que estavam na praia ajudaram no resgate até a chegada dos profissionais de saúde. De acordo com os relatos divulgados pelo jornal, a jovem estava em uma área rasa do mar quando ocorreu o incidente.
Tubarão em Boa Viagem: Segundo caso em pouco mais de 24 horas
No domingo (31/05), um menino de 11 anos também sofreu um incidente com tubarão na Praia de Piedade, em Jaboatão dos Guararapes.
A criança passou por atendimento médico e cirurgia de emergência no Hospital da Restauração. Segundo informações divulgadas pelo Diario de Pernambuco, a equipe médica considerava o estado de saúde grave, mas estável.
Os dois episódios ocorreram em praias diferentes da Região Metropolitana do Recife. A proximidade entre os casos ampliou a preocupação entre moradores, turistas e banhistas que frequentam a orla.
Trechos da orla exigem atenção redobrada
O Comitê Estadual de Monitoramento de Incidentes com Tubarões (Cemit), mantém orientações públicas para reduzir os riscos. O órgão recomenda que banhistas evitem áreas sem proteção dos recifes, trechos com placas de advertência e períodos de maré alta.
O comitê também orienta a população a não entrar no mar durante períodos chuvosos, no início da manhã ou no fim da tarde. Outro cuidado importante é evitar o banho de mar sozinho.
A Secretaria de Meio Ambiente de Pernambuco destaca que os pontos mais seguros ficam em áreas protegidas pelos recifes, principalmente quando surgem piscinas naturais. Essas formações reduzem a exposição dos banhistas ao mar aberto.
Tubarão em Boa Viagem: O que observar antes de entrar no mar
Antes do banho, frequentadores da orla devem analisar as condições do local. As placas de advertência indicam trechos que exigem cuidado maior e precisam orientar a decisão dos banhistas.
O mar pode aparentar tranquilidade, mas isso não elimina os riscos. A recomendação é observar a maré e priorizar áreas protegidas pelos arrecifes. Em caso de dúvida, a medida mais segura é permanecer fora da água.
Serviço ao leitor: principais cuidados
Evite entrar no mar em trechos com placas de advertência;
Priorize piscinas naturais protegidas por recifes;
Não tome banho de mar durante a maré alta;
Evite entrar na água após chuvas intensas;
Não entre no mar sozinho;
Redobre a atenção em áreas de mar aberto;
Procure imediatamente as equipes de emergência em caso de incidente.
A sequência de ocorrências reforça a importância da prevenção. Boa Viagem permanece entre os principais cartões-postais do Recife, mas o banho de mar exige atenção constante às orientações de segurança.
Reforma Hospital Agamenon: o Hospital Agamenon Magalhães (HAM), uma das principais unidades da rede estadual no Recife, passa por obras de requalificação. Durante visita ao local, o Portal Nova Pauta registrou ferrugem, infiltrações, tubulações expostas e desgaste em áreas externas da unidade.
A equipe fez as imagens durante visita ao local. Nos registros, aparecem trechos do prédio com desgaste avançado, cabos aparentes, marcas de umidade, estruturas metálicas enferrujadas e uma escavação aberta próxima à lateral da unidade.
As intervenções avançaram desde os registros feitos pelo Portal Nova Pauta. Em 30 de setembro, o Governo de Pernambuco entregou a Emergência Cardiológica requalificada, uma das etapas das obras realizadas na unidade.
Obra começou em novembro, segundo relato no local
Segundo informações obtidas pela reportagem dentro do hospital, as intervenções começaram em novembro de 2025. Na visita realizada em maio, trabalhadores citaram conclusão total em outubro. Novas informações divulgadas em 6 de outubro mostram que existem etapas com prazo previsto até janeiro de 2027.
Um funcionário que atua na obra disse ao Portal Nova Pauta que as equipes executam pintura de alas da unidade e troca de aparelhos de ar-condicionado.
Desde aquela visita, diferentes setores receberam entregas. A Emergência Cardiológica foi apresentada pelo Governo do Estado em 30 de setembro após requalificação da estrutura e ampliação da capacidade de atendimento.
Reportagem anterior já apontava requalificação
O Portal Nova Pauta já havia noticiado, em abril, que o Governo de Pernambuco abriu licitação para requalificar a fachada do Hospital Agamenon Magalhães. A matéria informou investimento previsto de cerca de R$ 18,5 milhões, com serviços em aproximadamente 15,8 mil metros quadrados da edificação.
Na ocasião, o projeto previa recuperação da fachada, renovação da cobertura, substituição de esquadrias, nova pintura, troca de revestimentos e implantação de nova identidade visual para o prédio. A CEHAB conduz o processo, em parceria com áreas do Governo de Pernambuco e da Secretaria Estadual de Saúde.
O novo registro feito pela equipe do Portal Nova Pauta, atualiza esse acompanhamento. As imagens mostram que a unidade segue em obras, mas também revelam áreas externas ainda marcadas por ferrugem, infiltrações, tubulações expostas e sinais aparentes de deterioração.
Emergência Cardiológica passa de 27 para 45 leitos
A nova Emergência Cardiológica ampliou a capacidade de 27 para 45 leitos. A estrutura ganhou 18 vagas e passou por mudanças nos espaços destinados ao atendimento de pacientes com diferentes níveis de gravidade. A intervenção alcançou cerca de mil metros quadrados, com reorganização dos fluxos, áreas de isolamento, banheiros acessíveis, postos de enfermagem, equipamentos e mobiliário renovados.
Segundo o Governo de Pernambuco, o investimento de R$ 6,9 milhões corresponde à terceira etapa das intervenções conduzidas pela CEHAB. O valor também contempla a Emergência de Otorrinolaringologia e os repousos destinados aos profissionais das emergências.
Emergência Obstétrica tem conclusão prevista para janeiro
Outra frente permanece em andamento no Hospital Agamenon Magalhães. Nesta terça-feira (6/10), a governadora Raquel Lyra vistoriou a reforma e ampliação da Emergência Obstétrica durante visita à unidade.
A intervenção recebe investimento de R$ 1,18 milhão e tem conclusão prevista para janeiro de 2027. Com a obra, a capacidade do setor deve passar de dois para oito leitos.
A nova previsão amplia o horizonte das intervenções identificadas no hospital. O prazo também atualiza o cronograma relatado ao Portal Nova Pauta durante a visita realizada em maio, quando trabalhadores citaram conclusão geral em outubro de 2026.
Reforma Hospital Agamenon: Ferrugem, infiltrações e tubulações expostas
As fotos mostram marcas escuras nas paredes, ferrugem em estruturas metálicas, janelas antigas, equipamentos de ar-condicionado em áreas externas e tubulações visivelmente desgastadas.
Em outro ponto, a equipe registrou uma escavação aberta, presença de água e trabalhadores atuando no local. O cenário aparenta relação com serviços hidráulicos, drenagem, esgoto ou rede subterrânea.
Sem laudo técnico, não é possível afirmar que exista risco estrutural. Ainda assim, a condição visual das áreas registradas chama atenção e exige esclarecimento oficial.
Estrutura externa do HAM no Recife. Foto: Portal Nova Pauta
Área externa do HAM apresenta desgaste visível. Foto: Portal Nova Pauta
Obras em andamento no HAM. Foto: Portal Nova Pauta
Área isolada para obras no HAM. Foto: Portal Nova Pauta
Intervenção hidráulica no HAM. Foto: Portal Nova Pauta
SES recebeu pedido de posicionamento
O Portal Nova Pauta enviou pedido de posicionamento à Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco. A reportagem questionou o valor da obra, os setores contemplados, as áreas já entregues, o cronograma e a situação dos pontos com ferrugem, infiltração e desgaste.
A equipe também perguntou se existe avaliação técnica sobre as condições estruturais das áreas registradas e qual serviço motivou a escavação vista nas imagens.
O Portal Nova Pauta anexou fotos ao pedido para contextualizar a demanda.
Além do e-mail, a reportagem registrou manifestação formal na Ouvidoria do Governo de Pernambuco. O sistema gerou o protocolo nº 202666884.
Ouvidoria encaminhou demanda ao hospital
Em resposta parcial enviada à reportagem, a Ouvidoria da Secretaria Estadual de Saúde informou que encaminhou a solicitação à Ouvidoria do Hospital Agamenon Magalhães para providências.
A mensagem também informa prazo de até 20 dias para resposta, com possibilidade de prorrogação por mais 10 dias, conforme a Lei Estadual nº 16.420/2018.
Até a publicação desta reportagem, a Secretaria Estadual de Saúde ainda não respondeu de forma conclusiva aos questionamentos enviados pelo Portal Nova Pauta sobre obra, cronograma e condições das áreas registradas.
Atualização de 6 de outubro de 2026: após a entrega da Emergência Cardiológica, o Governo de Pernambuco informou que a reforma da Emergência Obstétrica permanece em andamento. O setor deve passar de dois para oito leitos, com investimento de R$ 1,18 milhão e conclusão prevista para janeiro de 2027. As novas informações detalham outra etapa das intervenções, mas não respondem especificamente aos questionamentos do Portal sobre os pontos de ferrugem, infiltração e desgaste registrados em maio.
Reforma Hospital Agamenon: Repercussão nas redes sociais
Após vídeos publicados nas redes sociais do Portal Nova Pauta, internautas passaram a relatar outros supostos problemas enfrentados na unidade.
Em um dos comentários, uma seguidora afirmou que o hospital estaria há cerca de dois anos sem reagentes para exames hormonais. Segundo ela, pacientes precisariam buscar exames na rede particular.
A Secretaria Estadual de Saúde não confirmou oficialmente o relato até o fechamento desta publicação. O Portal Nova Pauta trata a informação como manifestação de usuária e pode ampliar essa apuração.
Por que o caso importa
O Hospital Agamenon Magalhães atende pacientes da rede pública e tem papel estratégico na assistência em saúde no Recife. A presença simultânea de melhorias em andamento e áreas visivelmente deterioradas cria contraste e exige transparência sobre prazos, investimentos e prioridades.
As entregas realizadas desde maio mostram avanço nas intervenções da unidade. O acompanhamento das áreas externas registradas pelo Portal permanece necessário porque as obras seguem em andamento e os pontos observados na apuração ainda não receberam resposta conclusiva.
Reforma Hospital Agamenon: serviço ao leitor
Usuários, pacientes, acompanhantes ou servidores que tenham relatos sobre a situação do Hospital Agamenon Magalhães, podem procurar os canais oficiais da Secretaria Estadual de Saúde ou da Ouvidoria do Governo de Pernambuco.
O Portal Nova Pauta também segue recebendo relatos, imagens e informações que ajudem a ampliar a apuração jornalística. A atualização desta terça-feira acrescenta informação concreta ao acompanhamento iniciado pelo próprio Portal: a obra não se encerra em outubro, pois a Emergência Obstétrica possui um novo prazo estendido. Durante a visita de 6 de outubro, o Estado também confirmou que esse setor passará de dois para oito leitos.
O Governo de Pernambuco autorizou, nesta quinta-feira (21/05), o ínicio das obras da Barragem Engenho Pereira, em Moreno, na Região Metropolitana do Recife.
A obra faz parte do programa Águas de Pernambuco e deve melhorar o abastecimento de água na região, além de ajudar na prevenção de enchentes que afetam moradores de Moreno e de Jaboatão dos Guararapes.
A gestão estadual vai construir a obra no Rio Jaboatão, com investimento previsto de R$ 140 milhões. Segundo o governo, o reservatório terá capacidade para armazenar 25,67 milhões de metros cúbicos de água, em uma área de 242 hectares. Além disso, a estrutura terá uso múltiplo, com função de contenção de cheias e reforço no abastecimento humano.
Em junho de 2026, a Compesa informou que a Barragem Engenho Pereira já estava em execução, com serviços de fundação do reservatório em andamento. Segundo a companhia, o empreendimento deve beneficiar cerca de 740 mil pessoas em Moreno e Jaboatão dos Guararapes.
O projeto prevê ainda a implantação de um sistema adutor, com investimento estimado em R$ 90 milhões. Na atualização divulgada pela Compesa, essa etapa permanecia em processo de licitação.
Obra é aguardada há anos na Região Metropolitana
Moradores de Moreno e Jaboatão dos Guararapes esperam pela Barragem Engenho Pereira há anos. Outras gestões já anunciaram o projeto, mas atrasos, entraves e paralisações impediram o avanço da obra.
Antes da retomada, o Governo de Pernambuco publicou decreto declarando de utilidade pública cerca de 501 hectares destinados à implantação da barragem, autorizando a Compesa a conduzir as desapropriações necessárias. Na autorização divulgada em maio, o Estado indicou previsão de conclusão até agosto de 2027. Em junho, a Compesa informou prazo de 20 meses para execução do empreendimento.
A expectativa é que a intervenção beneficie comunidades afetadas por alagamentos, enchentes e instabilidade no abastecimento. Portanto, A obra ganhou peso estratégico dentro do pacote hídrico anunciado pelo Estado.
A governadora Raquel Lyra afirmou que o pacote de investimentos marca uma mudança na infraestrutura hídrica do estado.
“Temos aqui um investimento que é divisor de águas na história de Pernambuco. Além das ordens de serviço de hoje, também já entregamos obras, entre Região Metropolitana e Fernando Noronha, de R$ 270 milhões. Estamos em andamento com R$ 1,3 bilhão para esgotamento sanitário e ampliação do acesso à água. Autorizamos hoje novas obras, como a Barragem Engenho Pereira e perfuração de novos poços. Esses recursos só são possíveis porque colocamos a questão da água e do esgotamento sanitário como prioridade no nosso governo. Deixamos o discurso fácil de lado, arrumamos a casa, enfrentamos desafios importantes, para que esses investimentos virassem realidade”, afirmou a governadora Raquel Lyra.
Barragem deve ajudar no abastecimento e nas enchentes
A estrutura terá vazão projetada de até 750 litros por segundo para abastecimento humano. Com isso, o governo espera ampliar a segurança hídrica em áreas que dependem de sistemas pressionados pelo crescimento urbano e por períodos de estiagem.
Ao mesmo tempo, a barragem também terá papel estratégico no controle de cheias do Rio Jaboatão. Esse ponto preocupa moradores de áreas vulneráveis, principalmente durante períodos de chuva forte na Região Metropolitana.
A vice-governadora Priscila Krause afirmou que a obra terá continuidade garantida.
“Essa obra do Engenho Pereira já começou, e ela terá meio e fim, porque nesse governo só se começa algo com os recursos e a certeza de que tudo será entregue”, afirmou a vice-governadora Priscila Krause.
Barragem em Moreno: Pacote soma R$ 3 bilhões em obras hídricas
A autorização da Barragem Engenho Pereira faz parte de um pacote maior de investimentos em abastecimento de água e esgotamento sanitário na Região Metropolitana do Recife. Segundo o Governo de Pernambuco, as ações somam R$ 3 bilhões dentro do programa Águas de Pernambuco.
O pacote reúne entrega de obras, ordens de serviço e novos editais de licitação previstos para a RMR. A proposta é ampliar a oferta de água, melhorar a infraestrutura de esgotamento sanitário e reduzir gargalos históricos em municípios metropolitanos.
O secretário de Recursos Hídricos e Saneamento, Almir Cirilo, destacou a pressão social pela retomada da barragem.
“Não consigo contar quantas vezes recebemos comunidades, prefeitos e movimentos sociais pedindo pela Barragem Engenho Pereira. Nós dizíamos com sinceridade que o Governo estava em uma luta grande para levantar recursos. Essa luta continuou, o dinheiro não faltou e hoje chega o grande momento de deflagrar a construção dessa obra tão ansiada pela população de Moreno e de Jaboatão”, afirmou o titular da pasta.
Barragem em Moreno: Impacto direto para mais de uma cidade
Embora fique localizada em Moreno, a barragem terá impacto regional. A obra deve beneficiar também Jaboatão dos Guararapes, um dos municípios mais populosos de Pernambuco e com áreas historicamente atingidas por alagamentos.
A intervenção pode reduzir a pressão sobre sistemas de abastecimento já existentes. Na prática, a barragem deve ampliar a capacidade de armazenamento, reforçar o fornecimento e aumentar a proteção em períodos de chuva intensa.
O presidente da Compesa, Douglas Nóbrega, afirmou que as obras ampliam a capacidade operacional do sistema.
“Só na Região Metropolitana mais de 1,5 milhão de pessoas vão ser beneficiadas. São mais de 40 obras, R$ 3 bilhões de investimentos, tanto em água quanto esgotamento sanitário. Todas as obras são importantes para cada região, mas a Barragem Engenho Pereira é uma obra emblemática, porque estava paralisada há muito tempo e vai ajudar no abastecimento e na segurança hídrica”, explicou.
Serviço ao leitor
Situação atual:obra da Barragem Engenho Pereira em execução. Local:Rio Jaboatão, em Moreno. Investimento previsto:R$ 140 milhões. Capacidade do reservatório:cerca de 26 milhões de metros cúbicos. Cidades beneficiadas: Moreno e Jaboatão dos Guararapes. População estimada beneficiada:cerca de 740 mil pessoas. Previsão de conclusão:20 meses. Função da obra:reforçar o abastecimento de água e contribuir para o controle de cheias do Rio Jaboatão. Sistema adutor:investimento adicional de R$ 90 milhões, em fase de licitação na atualização de junho de 2026.
Obra entra no centro da segurança hídrica
A retomada da Barragem Engenho Pereira coloca Moreno e Jaboatão no centro do debate sobre segurança hídrica na Região Metropolitana. A obra não resolve sozinha todos os problemas de abastecimento e drenagem, mas representa uma intervenção estrutural em uma área marcada por cheias, crescimento urbano e demanda por água.
Por isso, moradores, prefeituras e órgãos estaduais devem acompanhar de perto o avanço da construção. O desafio, agora, será cumprir o cronograma, manter transparência sobre as etapas e garantir que o investimento gere resultado direto para a população.
Condomínio desaba: Moradores do bairro do Pilar, na Ilha de Itamaracá, viveram momentos de tensão após parte da estrutura de um condomínio desabar em frente à Praça dos 4 Cantos entre a noite desta terça-feira (12/05) e a madrugada desta quarta-feira (13/05). O imóvel, que possui 12 apartamentos e funciona sobre um armazém comercial, sofreu graves danos estruturais na parte frontal e lateral.
Segundo relatos de moradores da área, a primeira parte do desabamento ocorreu por volta das 21h da terça-feira (12/05). Já durante a madrugada desta quarta (13/05), outra parte lateral também cedeu e aumentou a destruição no local. Com isso, tijolos, pedaços de concreto, grades, telhas e parte do revestimento ficaram espalhados pela rua.
Apesar da gravidade da ocorrência, ninguém ficou ferido. Ainda assim, o cenário assustou moradores e comerciantes da região, principalmente porque o prédio fica em uma área bastante movimentada do Pilar e próximo a residências, pontos comerciais e áreas de circulação.
As imagens registradas no local mostram paredes destruídas, lajes comprometidas, grades retorcidas e parte do telhado colapsado. Além disso, a estrutura apresenta rachaduras visíveis e pontos considerados críticos. Por esse motivo, equipes isolaram a área para evitar a aproximação de moradores e curiosos.
Parte da estrutura de condomínio ficou destruída após desabamento registrado no bairro do Pilar, em Itamaracá – Foto: Portal Nova Pauta
Fachada de condomínio ficou comprometida após desabamento registrado no bairro do Pilar, em Itamaracá – Foto: Portal Nova Pauta
Moradoras retornaram ao condomínio na manhã desta quarta
Na manhã desta quarta-feira (13/05), duas irmãs identificadas como Maria Amália e Dona Nega retornaram ao condomínio para verificar a situação dos móveis e pertences deixados no apartamento alugado.
Segundo o relato das moradoras, o impacto emocional foi grande ao encontrarem parte da estrutura destruída após os desabamentos registrados durante a noite e a madrugada. Enquanto acompanhavam a movimentação na área, elas tentavam entender como ficou a situação dentro do imóvel.
As duas afirmaram que chegaram ao local logo nas primeiras horas da manhã para avaliar os danos e tentar recuperar parte dos objetos pessoais que permaneceram no apartamento.
Além disso, moradores vizinhos acompanharam a vistoria e demonstraram preocupação com o risco de novos desabamentos. Muitos relataram medo após ouvirem os fortes estrondos provocados pela queda da estrutura.
Condomínio desaba: Defesa Civil realizou vistoria e isolou área
Equipes da Defesa Civil estiveram no endereço ainda durante a madrugada e seguiram no local na manhã desta quarta-feira (13/05). Portanto, durante a vistoria, os técnicos avaliaram os danos estruturais e analisaram os riscos para imóveis vizinhos e pessoas que circulam pela região.
Equipes da Defesa Civil realizaram isolamento da área após desabamento parcial de condomínio em Itamaracá – Foto: Portal Nova Pauta
Além do isolamento da área, equipes também orientaram moradores a evitarem aproximação do prédio até a conclusão das análises técnicas.
Até a publicação desta matéria, os órgãos responsáveis ainda não haviam divulgado oficialmente:
as possíveis causas do desabamento;
a situação definitiva do prédio;
o número total de famílias afetadas;
a existência de risco iminente de novos colapsos.
Enquanto isso, moradores e comerciantes acompanharam a movimentação das equipes ao redor do condomínio. Alguns moradores da região chegaram a registrar vídeos e fotos da estrutura comprometida logo após os desabamentos.
Condomínio desaba: Entulhos ficaram espalhados pela rua
As imagens obtidas no local mostram que grande parte da área frontal do condomínio ficou destruída. Em alguns pontos, parte da cobertura e das sacadas desabou sobre áreas inferiores do imóvel.
Moradores acompanharam os danos causados após desabamento parcial de condomínio em Itamaracá – Foto: Portal Nova Pauta
Além disso, o desabamento deixou grande quantidade de entulho espalhada pela rua, atingindo parte da frente do armazém localizado no térreo do prédio.
Condomínio sofreu graves danos estruturais após desabamento registrado no bairro do Pilar, em Itamaracá – Foto: Portal Nova Pauta
Moradores relataram que ouviram fortes estrondos durante os dois momentos do desabamento. Logo depois, vizinhos saíram das residências para tentar entender o que havia ocorrido.
Fiação exposta aumentou preocupação dos moradores
Outro ponto que chamou atenção foi a presença de fiação exposta próximo à estrutura comprometida. Dessa forma, a situação aumentou ainda mais a preocupação entre moradores da vizinhança, principalmente por causa do risco de acidentes elétricos.
O cenário também mobilizou curiosos ao longo da manhã desta quarta-feira (13/05). Mesmo com o isolamento da área, dezenas de moradores acompanharam de longe a movimentação da Defesa Civile observaram os danos causados pelo desabamento.
Até o momento, a área segue isolada e aguarda novas avaliações técnicas das autoridades responsáveis.
Condomínio fica em frente à Praça dos 4 Cantos
O condomínio fica em frente à Praça dos 4 Cantos, uma das áreas mais conhecidas do bairro do Pilar, na Ilha de Itamaracá. O prédio funciona sobre um armazém comercial bastante conhecido pelos moradores da região.
Por causa da localização, o caso rapidamente repercutiu entre moradores e comerciantes do entorno. Além disso, a ocorrência gerou preocupação entre pessoas que costumam circular diariamente pela praça e pelas ruas próximas.
Equipes seguem monitorando a situação da estrutura.
Condomínio desaba: Serviço ao leitor
📍 Local: Praça dos 4 Cantos, bairro do Pilar — Ilha de Itamaracá 📅 Primeiro desabamento: terça-feira (12/05), por volta das 21h 📅 Novo desabamento: madrugada da quarta-feira (13/05) 🚨 Situação atual: área isolada ✅ Vítimas: não houve registro
Um acidente de moto registrado na tarde deste sábado (02/05), no bairro de Rio Doce, em Olinda, deixou um casal ferido e mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros. O caso ocorreu por volta das 14h20, na Avenida Tiradentes, próximo à Integração de Rio Doce e em frente à Pizzaria O Lazer.
Logo após a queda, moradores e pessoas que passavam pela via se aproximaram para ajudar. Ao mesmo tempo, a cena começou a atrair atenção pela movimentação e pelo estado das vítimas.
Segundo informações apuradas no local, o piloto perdeu o equilíbrio ao cruzar uma rua. Em seguida, a moto caiu e ambos foram ao chão. Apesar do impacto, o casal permaneceu consciente.
Atendimento rápido reduz riscos e evita agravamento
Cerca de 30 minutos depois, equipes do Corpo de Bombeiros chegaram ao local e iniciaram o atendimento de primeiros socorros. Imagens mostram o momento em que os profissionais prestam assistência ao homem, que estava deitado no chão.
De acordo com relatos, o piloto sofreu escoriações na perna. Já a mulher apresentou sangramento no pé. Ainda assim, ambos conseguiram responder às orientações dos socorristas durante o atendimento inicial.
Além disso, os bombeiros utilizaram protocolos de segurança para avaliar possíveis lesões mais graves. Por esse motivo, a equipe preparou o encaminhamento das vítimas para unidades de saúde.
Acidente Rio Doce: Decisão da mulher chama atenção durante o socorro
Inicialmente, o homem seria levado para um hospital, enquanto a mulher seria encaminhada para uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA). No entanto, a dinâmica da ocorrência mudou.
A mulher decidiu não seguir para a UPA. Em vez disso, optou por acompanhar o piloto até a unidade hospitalar. Dessa forma, ambos permaneceram juntos durante o deslocamento.
A decisão chamou atenção de quem acompanhava a cena, principalmente pela situação de vulnerabilidade após o acidente.
Até o fechamento desta reportagem, não havia informações atualizadas sobre o estado de saúde do casal.
Bombeiros no local do acidente em Rio Doce — Foto: Portal Nova Pauta
Atendimento às vítimas em Rio Doce — Foto: Portal Nova Pauta
Vítima de acidente de moto em Rio Doce, em Olinda, recebe atendimento do Corpo de Bombeiros após queda na Avenida Tiradentes – Foto: Portal Nova Pauta
Vítima de acidente de moto apresenta ferimento na perna após queda em Rio Doce, em Olinda, enquanto aguarda atendimento – Foto: Portal Nova Pauta
Trecho urbano exige atenção redobrada de condutores
O local do acidente é conhecido pelo fluxo constante de veículos e pela presença de cruzamentos. Por isso, situações de risco podem ocorrer com mais frequência, especialmente em horários de maior movimento.
Além disso, fatores como falta de visibilidade, distrações e irregularidades na via podem contribuir para quedas. Nesse contexto, especialistas reforçam a importância de atenção contínua ao conduzir.
Enquanto isso, moradores relatam que acidentes na região não são raros. Portanto, a combinação entre tráfego intenso e pontos de cruzamento aumenta o risco de ocorrências.
Acidente Rio Doce: Importância do uso de equipamentos de proteção
Mesmo em quedas aparentemente simples, o uso de equipamentos de proteção pode reduzir danos físicos. Capacete, por exemplo, é essencial e obrigatório.
Além disso, itens como luvas, calçados fechados e roupas adequadas ajudam a minimizar lesões. No caso registrado, o impacto poderia ter sido mais grave sem esses cuidados.
Por outro lado, muitos condutores ainda negligenciam o uso completo desses equipamentos. Dessa maneira, aumentam a exposição a riscos.
Moto envolvida no acidente em Rio Doce — Foto: Portal Nova Pauta
Serviço ao leitor: como agir em caso de acidente
Em situações semelhantes, algumas ações podem fazer diferença:
Primeiramente, acione o Corpo de Bombeiros pelo 193
Em seguida, evite movimentar a vítima sem orientação
Além disso, sinalize o local para evitar novos acidentes
Por fim, forneça informações claras às equipes de resgate
Essas medidas ajudam a preservar a segurança até a chegada do socorro.
Acidente Rio Doce: O que se sabe até agora
Local: Av. Tiradentes, Rio Doce (Olinda)
Horário: por volta das 14h20
Atendimento: Corpo de Bombeiros às 14h50
Vítimas: casal (identidades não divulgadas)
Estado: sem atualização oficial
Portal Nova Pauta entra em contato com vítima, que confirma estado de saúde e relata como ocorreu o acidente
Após a publicação da reportagem, o Portal Nova Pauta entrou em contato com a mulher envolvida no acidente, que confirmou que ela e o piloto passam bem.
Identificada como Evellyn, ela também informou que o condutor da motocicleta é Caio.
Segundo o relato, o acidente teria ocorrido após um motociclista trafegar na contramão e avançar na direção do casal.
“Estamos bem graças a Deus, a gente caiu porque um rapaz vindo na contramão veio com a moto pra cima”, afirmou.
Ainda de acordo com Evellyn, o piloto tentou frear e desviar, mas não conseguiu evitar o impacto.
“Ainda tentamos frear e sair dele, mas ele veio pra cima. A moto da gente bateu no painel da frente, aí caímos”, relatou.
Ela também explicou que recusou atendimento na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) no momento da ocorrência, pois decidiu acompanhar Caio até uma unidade hospitalar, onde também foi atendida.
Apesar do relato, a causa do acidente ainda não foi confirmada oficialmente por autoridades.
O acúmulo de mato, lixo e animais soltos em um trecho da Rua Treze, na 4ª Etapa de Rio Doce, em Olinda, motivou uma cobrança do Portal Nova Pauta à Prefeitura. A reportagem registrou a situação em imagens feitas no local e, além disso, formalizou o caso na Ouvidoria Municipal.
No trecho, a equipe encontrou vegetação alta às margens da via, resíduos espalhados em alguns pontos e animais circulando pela área. Por isso, moradores e pessoas que passam pela rua convivem com uma sensação de abandono urbano, sobretudo no período da noite.
Após o pedido de posicionamento, a Prefeitura de Olinda respondeu ao Portal Nova Pauta. Segundo a gestão municipal, o serviço de capinação e limpeza deve ocorrer no próximo sábado, dia 02/05.
Problema ocorre na Rua Treze, em Rio Doce
O trecho fica na Rua Treze, na 4ª Etapa de Rio Doce. A via recebe circulação de moradores, pedestres e veículos. Nas imagens, a vegetação aparece avançando sobre parte do entorno da rua.
Além disso, há lixo acumulado em alguns pontos. Esse cenário preocupa porque áreas com mato alto e descarte irregular podem favorecer pragas urbanas e animais peçonhentos.
Também há registro de animais soltos circulando pelo local. Em uma das imagens, cavalos caminham pela rua, próximos ao trecho com vegetação e resíduos.
Dessa forma, o problema envolve limpeza urbana, manutenção da via e segurança da população.
Mato alto em trecho da Rua Treze, em Rio Doce. Foto: Portal Nova Pauta
Situação entrou na Ouvidoria Municipal
Antes da publicação da reportagem, o Portal Nova Pauta registrou o caso na Ouvidoria Municipal de Olinda. O sistema gerou o protocolo 3010695, aberto em 26 de abril de 2026, às 15h33.
A manifestação seguiu para a Secretaria de Gestão Urbana/Sesp, com o assunto Limpeza Urbana. No registro, a solicitação pediu capinação, retirada de resíduos e fiscalização contra descarte irregular.
Além disso, o pedido questionou se existe cronograma regular de manutenção para a Rua Treze e outras vias da 4ª Etapa de Rio Doce.
Mato em Rio Doce: Prefeitura informou prazo para limpeza
Em resposta ao Portal Nova Pauta, a Secretaria de Comunicação de Olinda informou que a Rua Treze já consta na programação regular de manutenção urbana do município.
Segundo a gestão municipal, as equipes devem realizar capinação e limpeza no trecho no próximo sábado, dia 02/05.
A Prefeitura também afirmou que remove semanalmente entulhos descartados de forma irregular na localidade.
“A Prefeitura de Olinda, por meio da Secretaria de Gestão Urbana, informa que a via já consta na programação regular de manutenção urbana do município. Inclusive, está prevista para o próximo sábado (02/05) a realização de serviços de capinação e limpeza no trecho. Além disso, a Prefeitura realiza semanalmente a remoção de entulhos descartados de forma irregular na localidade.”
Descarte irregular exige fiscalização
Outro ponto citado pela Prefeitura envolve o descarte irregular de resíduos. A gestão municipal reforçou que a população precisa colaborar com o descarte correto do lixo comum e dos entulhos.
De acordo com a resposta oficial, o município adotou, em 2026, uma legislação mais rigorosa para enfrentar esse tipo de problema. As multas podem chegar a R$ 200 mil para pessoas físicas e jurídicas.
A Prefeitura informou ainda que intensificou a fiscalização em vias públicas, canais e terrenos baldios. A ação conta com apoio da Secretaria de Meio Ambiente e da Guarda Civil Municipal.
Portanto, além da capinação, o trecho precisa de fiscalização contínua. Afinal, sem controle do descarte irregular, o mato e o lixo podem voltar a se acumular.
Animais circulam em área com mato alto na Rua Treze. Foto: Portal Nova Pauta
Iluminação também será analisada
A reportagem também questionou a Prefeitura sobre a iluminação no trecho. Durante a noite, a área aumenta a sensação de insegurança por causa da vegetação alta e da baixa visibilidade.
Sobre esse ponto, a gestão informou que enviará uma equipe técnica ao local. O objetivo será analisar a situação no período noturno.
Depois da vistoria, segundo a Prefeitura, o município deve adotar as medidas necessárias para melhorar o serviço.
“Sobre a iluminação pública, uma equipe técnica também será encaminhada ao local para realizar análise da situação no período noturno e, a partir da vistoria, adotar as medidas necessárias para melhoria do serviço.”
Mato em Rio Doce: O que deve acontecer agora
Com a resposta oficial, a expectativa é que a Rua Treze receba capinação e limpeza no próximo sábado. A Prefeitura também afirmou que seguirá acompanhando a situação.
No entanto, moradores e pessoas que passam pela área devem continuar atentos. Caso o serviço não ocorra no prazo informado, novos registros podem reforçar a cobrança.
Além disso, o protocolo da Ouvidoria permite acompanhar a tramitação do pedido dentro da Prefeitura. Assim, a solicitação ganha força documental e facilita novas cobranças.
Serviço ao leitor
Local do problema: Rua Treze, 4ª Etapa de Rio Doce, Olinda Órgão responsável: Secretaria de Gestão Urbana/Sesp Protocolo da Ouvidoria: 3010695 Data do registro: 26/04/2026, às 15h33 Previsão informada pela Prefeitura: sábado, dia 02 Serviço previsto: capinação e limpeza urbana Outro ponto informado: vistoria técnica sobre iluminação pública
Cobrança deve continuar até a execução
O caso da Rua Treze mostra como a manutenção urbana precisa de acompanhamento permanente em bairros populosos como Rio Doce. A capinação resolve parte do problema imediato. Porém, o descarte irregular exige fiscalização, orientação e colaboração da população.
A Prefeitura informou que incluiu a área no cronograma de manutenção. Agora, a cobrança se concentra no cumprimento do prazo e na continuidade dos serviços.
O Portal Nova Pauta seguirá acompanhando o caso.
Atualização em 07/05/2026:
A Prefeitura de Olinda informou ao Portal Nova Pauta que a capinação e limpeza previstas para a Rua Treze, em Rio Doce, não ocorreram no sábado, dia 02/05, por causa das fortes chuvas. Segundo a gestão, as equipes precisaram atuar em áreas mais afetadas, como Peixinhos. A nova previsão é que recolhimento de lixo e entulhos, capinação e vistoria da iluminação sejam realizados no sábado, dia 09/05.
Serviço ao leitor atualizado
Local do problema: Rua Treze, 4ª Etapa de Rio Doce, Olinda Órgão responsável: Secretaria de Gestão Urbana/Sesp Protocolo da Ouvidoria: 3010695 Previsão inicial: sábado, dia 02/05 Motivo do adiamento: fortes chuvas e deslocamento das equipes para áreas mais afetadas Nova previsão informada: sábado, dia 09/05 Serviços previstos: recolhimento de lixo e entulhos, capinação e vistoria da iluminação pública
Atualização em 09/05/2026:
A Prefeitura de Olinda realizou, neste sábado (09/05), a capinação e limpeza urbana na Rua Treze, na 4ª Etapa de Rio Doce. O serviço ocorreu após cobrança do Portal Nova Pauta e depois de remarcação por causa das fortes chuvas. Imagens feitas no local mostram equipes atuando na manutenção da via.
Capinação na Rua Treze, em Rio Doce. Foto: Portal Nova Pauta
Serviço de capinação na Rua Treze, em Rio Doce. Foto: Portal Nova Pauta
Equipes fazem capinação na Rua Treze, em Rio Doce. Foto: Portal Nova Pauta
Segundo apuração do Portal Nova Pautae relatos de moradores, um trecho da Estrada Comercial da Pitanga, em Igarassu, vinha enfrentando há anos problemas de buracos, lama e acúmulo de água, cenário que se agravava nos períodos de chuva. Após o pedido de posicionamento enviado pela reportagem à Prefeitura, uma equipe foi deslocada ao local e realizou uma intervenção paliativa com terra, melhorando parcialmente a via, mas sem resolver de forma definitiva a demanda da comunidade.
Problema antigo afetava a rotina dos moradores
As primeiras imagens obtidas por nossa equipe nesta quinta (16/04) mostravam buracos profundos, erosão do pavimento e vários pontos com água acumulada ao longo da rua. Em dias chuvosos, o trecho ficava ainda mais crítico. A passagem de veículos era prejudicada. Pedestres também enfrentavam dificuldades para circular com segurança.
Além dos transtornos à mobilidade, moradores relataram incômodo com lama, poças persistentes e aumento da presença de mosquitos e muriçocas. O cenário, portanto, reunia queixas de infraestrutura urbana e de qualidade de vida.
Imagem mostra erosão e poças d’água em trecho da Estrada Comercial da Pitanga, em Igarassu – Foto: Rafael Barreto / Portal Nova Pauta
Via com buracos e poças d’água em trecho da Estrada Comercial da Pitanga, próximo a ponto de ônibus em Igarassu – Foto: Rafael Barreto / Portal Nova Pauta
Cratera com água acumulada em trecho da Estrada Comercial da Pitanga, em Igarassu – Foto: Rafael Barreto / Portal Nova Pauta
A moradora Vitória França, que vive na região há cerca de dois anos, resumiu o impacto do problema no cotidiano local.
“É uma luta muito grande, principalmente em períodos de chuva”, relatou.
De acordo com a apuração, a queixa não é recente. Segundo o relato reunido, o problema já se arrasta há mais de cinco anos e atravessou gestões municipais anteriores sem uma solução estrutural.
Estrada Pitanga: Reportagem cobrou resposta oficial da Prefeitura
Diante do cenário, o Portal Nova Pauta enviou pedido de posicionamento à Secretaria de Comunicação da Prefeitura de Igarassu. Foi solicitado esclarecimentos sobre conhecimento prévio do caso, eventual vistoria técnica, medidas emergenciais, órgão responsável e possível cronograma de recuperação do trecho.
O prazo dado terminou na sexta-feira (17/04), às 17h. Até esse horário, a Prefeitura não encaminhou resposta oficial por e-mail.
Ainda assim, após a cobrança jornalística, uma equipe municipal apareceu no local e iniciou uma intervenção emergencial na via. O serviço consistiu no preenchimento de trechos antes deteriorados com terra, além do nivelamento parcial da pista.
Via teve melhora parcial, mas sem pavimentação
As novas fotos registradas no local por nossa equipe nesta sexta (17/04), mostram mudança visível em comparação ao cenário inicial. Os grandes buracos deixaram de aparecer com a mesma intensidade. O trecho também ficou mais regular para a circulação imediata de veículos e pedestres.
Trecho da Estrada Comercial da Pitanga após reparo paliativo feito na via em Igarassu – Foto: Rafael Barreto / Portal Nova Pauta
Imagem mostra trecho da Estrada Comercial da Pitanga após nivelamento com terra em Igarassu – Foto: Rafael Barreto / Portal Nova Pauta
Máquina em atividade na Estrada Comercial da Pitanga durante reparo paliativo em Igarassu – Foto: Rafael Barreto / Portal Nova Pauta
Apesar disso, a intervenção tem características provisórias. A rua segue sem pavimentação definitiva. Em vários pontos, o solo exposto evidencia que a solução aplicada foi emergencial. O material colocado ameniza os danos, mas não garante, por si só, durabilidade diante de novas chuvas.
Esse contexto mantém a principal cobrança dos moradores. A expectativa agora é por uma obra mais completa, com pavimentação adequada e solução permanente para evitar o retorno de lama, erosão e desníveis na pista.
Estrada Pitanga: Comunidade cobra obra definitiva
Mesmo com a melhora parcial, a percepção na área é de que o problema ainda não foi encerrado. A intervenção reduziu o transtorno imediato. No entanto, moradores ouvidos pela reportagem seguem defendendo que apenas a pavimentação da via poderá resolver a situação de forma efetiva.
A demanda ganha relevância por envolver uma área de circulação cotidiana, com casas, comércio de pequeno porte e fluxo de moradores. Quando a rua apresenta buracos e água acumulada, o impacto vai além do desconforto. A rotina de deslocamento, o acesso às residências e a segurança de quem passa pelo local também ficam comprometidos.
Por isso, a ação da Prefeitura passou a ser vista como um primeiro passo, mas ainda insuficiente diante da gravidade relatada anteriormente pela comunidade.
Espaço segue aberto para manifestação oficial
Até o fechamento desta matéria, a Prefeitura de Igarassu não havia respondido oficialmente ao e-mail enviado pelo Portal Nova Pauta dentro do prazo informado pela nossa Redação. Mesmo sem retorno formal, o município enviou equipe ao local e executou uma intervenção paliativa.
O espaço segue aberto para manifestação da gestão municipal sobre eventual projeto de pavimentação, drenagem ou requalificação definitiva do trecho da Estrada Comercial da Pitanga.
Estrada Pitanga: Serviço ao leitor
Moradores que enfrentam problemas semelhantes em vias públicas podem fortalecer a cobrança com fotos, vídeos, protocolos e registros formais junto aos canais oficiais do município. Esse material ajuda a documentar a situação e amplia a pressão por providências permanentes. Envie a sua denúncia ou fato pelo Você Repórter, basta CLICAR AQUI
Patinetes elétricos podem circular em ciclovias e ciclofaixas do Recife, desde que atendam às regras da Resolução nº 996/2023 do Conselho Nacional de Trânsito. O tema ganhou força após o início do sistema de patinetes compartilhados na capital.
A regulamentação nacional define quais equipamentos podem circular nesses espaços e quais veículos ficam sujeitos a regras próprias. Em Pernambuco, o Cetran-PE publicou em 2026 uma nota técnica que reforça a necessidade de regulamentação municipal específica para patinetes elétricos compartilhados, especialmente na Região Metropolitana do Recife.
O que diz a norma nacional
A resolução do Contran classifica os equipamentos de mobilidade individual autopropelidos como veículos com uma ou mais rodas e propulsão própria. Esses equipamentos devem ter potência nominal máxima de até 1.000 watts.
Além disso, a velocidade máxima de fabricação não pode ultrapassar 32 km/h. A norma também define dimensões específicas para esse enquadramento.
Na prática, essa definição inclui patinetes elétricos e equipamentos semelhantes. Por isso, esses modais podem circular em ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas, desde que respeitem a regulamentação do órgão responsável pela via.
Onde esses equipamentos podem circular
A Resolução nº 996 autoriza a circulação desses equipamentos em áreas de pedestres, ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas. A norma também permite o uso em vias com velocidade regulamentada de até 40 km/h.
Em áreas de circulação de pedestres, a velocidade máxima prevista é de 6 km/h. Já em ciclovias e ciclofaixas, o usuário deve seguir a velocidade regulamentada pelo órgão com circunscrição sobre a via.
Essa regra mostra que o patinete não pode circular de qualquer forma. O uso depende do enquadramento técnico do equipamento e do respeito às regras locais.
Patinetes no Recife: O que muda na prática no Recife
No Recife, o assunto ganhou destaque com a volta dos patinetes elétricos compartilhados. A operação surgiu como alternativa para deslocamentos curtos e para integração com outros meios de transporte.
Esse cenário aumentou o interesse pelas regras. Afinal, a circulação desses equipamentos passou a fazer parte da rotina em áreas com grande fluxo urbano e presença de infraestrutura cicloviária.
A malha cicloviária do Recife chegou a cerca de 206 quilômetros em 2026, segundo dados mais recentes divulgados pela Prefeitura. Aproximadamente 195 quilômetros formam trechos conectados entre as zonas Norte, Oeste, Centro e Sul.
Regras para o uso dos patinetes compartilhados
No serviço compartilhado em operação na cidade, o usuário precisa seguir as regras definidas pela plataforma e pela regulamentação de trânsito. O uso seguro do equipamento ocupa papel central nessa nova etapa da mobilidade urbana.
Na prática, o funcionamento do sistema ampliou a necessidade de orientar quem usa o equipamento pela primeira vez. Isso vale principalmente para circulação, estacionamento e convivência com pedestres e ciclistas.
Em nota técnica publicada em 2026, o Conselho Estadual de Trânsito de Pernambuco recomendou que os municípios definam com clareza onde os patinetes podem circular, os limites locais de velocidade, as regras de estacionamento e os critérios para retirada de equipamentos em locais inadequados. O documento cita expressamente ciclovias, ciclofaixas, ciclorrotas, áreas de pedestres e vias com tráfego misto.
Limites de velocidade exigem atenção
A velocidade é um dos pontos mais importantes da regra. Em áreas com pedestres, o limite é menor e exige condução cuidadosa.
Já em ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas, a circulação depende da velocidade regulamentada no local. Por isso, o usuário precisa observar a sinalização e adaptar a condução ao ambiente.
Essa diferenciação busca reduzir conflitos no espaço urbano. Além disso, ela reforça que o patinete não funciona como um veículo sem regra.
Nem todo veículo elétrico pode usar ciclovia
Uma das maiores dúvidas envolve a diferença entre patinete elétrico e moto elétrica. Nem todo veículo movido a energia elétrica pode circular em ciclovias.
O ponto central está na classificação legal do equipamento. Quando ele ultrapassa os limites de potência ou velocidade definidos pelo Contran, o enquadramento muda. Nesse caso, o veículo pode entrar nas categorias de ciclomotor, motocicleta, motoneta ou triciclo.
Por isso, motos elétricas e ciclomotores não entram automaticamente nessa autorização. Essas categorias seguem regras próprias de trânsito e podem exigir registro, licenciamento e emplacamento.
Quais itens de segurança são obrigatórios
A resolução também exige equipamentos obrigatórios para a circulação dos autopropelidos. Entre eles estão indicador ou limitador eletrônico de velocidade, campainha e sinalização noturna dianteira, traseira e lateral incorporada ao equipamento.
Esses itens ajudam na visibilidade e aumentam a segurança dos usuários. Além disso, eles reforçam que a circulação regular depende do cumprimento de requisitos técnicos mínimos.
Patinetes no Recife: Fiscalização também faz parte da regra
No Recife, agentes da CTTU fiscalizam as rotas cicláveis. A população também pode solicitar atendimento pelo teleatendimento 24 horas da autarquia.
Segundo a CTTU, quem insiste em desrespeitar a sinalização, transitando ou estacionando veículos na ciclofaixa, pode receber autuação. As multas variam de R$ 195,23 a R$ 880,41, com registro de pontos na CNH quando a infração se aplica.
Convivência entre modais entra no centro do debate
A discussão não envolve apenas a autorização para circular. Ela também trata da convivência segura entre diferentes modais no espaço urbano.
Com o avanço dos equipamentos leves, cresce a necessidade de educação de trânsito, fiscalização e respeito à sinalização. Isso vale para usuários de patinetes, ciclistas, pedestres e motoristas.
No Recife, onde a malha cicloviária segue em expansão, esse debate tende a ganhar ainda mais importância. A CTTU trata a rede ciclável como uma das metas centrais da política de mobilidade urbana da cidade.
Patinetes no Recife: O que o leitor precisa saber
Para o leitor, a orientação é prática e simples. Patinetes elétricos podem usar ciclovias e ciclofaixas no Recife quando se enquadram na norma do Contran e respeitam a regulamentação da via.
Já motos elétricas e veículos de categoria superior não entram automaticamente nessa permissão. Em caso de dúvida, vale observar a classificação do veículo, a velocidade permitida e os requisitos obrigatórios para circulação.
Assim, a principal recomendação é verificar se o equipamento se encaixa na regulamentação. Esse cuidado evita uso irregular e contribui para uma mobilidade mais segura na capital.
A forte chuva que atingiu a Região Metropolitana do Recife nesta quarta-feira (08/04) provocou alagamentos em vários pontos da Ilha de Itamaracá, no Litoral Norte de Pernambuco, suspendeu atividades escolares e colocou o município em estado de alerta. Entre os trechos afetados, a Rua Luís Cipião, no bairro do Pilar, chamou atenção porque a água cobriu a pista e dificultou a circulação de moradores e veículos.
A imagem recebida pelo Portal Nova Pauta mostra a rua completamente tomada pela água em uma área residencial. Além disso, o cenário reforça o impacto direto da chuva sobre a rotina da população. Moradores relataram preocupação com riscos escondidos sob a lâmina d’água, como bocas de lobo, buracos e trechos danificados do pavimento.
O problema, porém, não se restringiu ao Pilar. Segundo informações repassadas à reportagem, diversos pontos da Ilha de Itamaracá registraram acúmulo de água ao longo do dia. Com isso, a mobilidade urbana ficou comprometida em diferentes áreas da cidade. Ao mesmo tempo, o município superou a marca de 90 milímetros de chuva em 24 horas, o que ampliou o alerta para novos alagamentos.
Rua Luís Cipião concentrou um dos cenários mais críticos
Na Rua Luís Cipião, a água avançou sobre praticamente toda a extensão visível da via. Por isso, pedestres passaram a enfrentar mais dificuldade para atravessar o trecho. Da mesma forma, motociclistas e motoristas precisaram redobrar a atenção diante do risco de acidentes.
Em situações assim, o problema vai além do incômodo causado pela chuva. Muitas vezes, a água encobre estruturas de drenagem, desníveis do solo e objetos arrastados pela enxurrada. Consequentemente, a travessia se torna ainda mais perigosa, sobretudo para idosos, crianças e pessoas com mobilidade reduzida.
Além do risco imediato, o alagamento em rua residencial aumenta a sensação de insegurança entre os moradores. Isso ocorre porque a população passa a conviver com obstáculos já na saída de casa. Em seguida, surgem dificuldades para trabalhar, estudar, acessar serviços e circular com segurança pelo bairro.
Alagamentos Itamaracá: Escolas suspenderam atividades durante a chuva
A rede de ensino também sofreu impacto com o mau tempo. Por causa da intensidade da chuva, escolas suspenderam as atividades nesta quarta-feira. Assim, a medida buscou evitar a exposição de alunos, professores e funcionários aos riscos provocados pelos alagamentos e pelo deslocamento comprometido.
Essa suspensão mostra que o problema ultrapassou o campo do transtorno pontual. Afinal, quando a chuva afeta o funcionamento das escolas, a cidade passa a sentir reflexos em toda a rotina social. Além disso, muitas famílias precisam reorganizar o dia por causa da interrupção das aulas.
Em períodos de chuva forte, decisões como essa costumam ocorrer de forma preventiva. Ainda assim, elas também revelam a dimensão do impacto causado pelo grande volume de água em curto espaço de tempo. No caso de Itamaracá, o cenário desta quarta reforçou o nível de preocupação das autoridades e dos moradores.
Acumulado acima de 90 mm elevou o estado de alerta
A marca superior a 90 milímetros em 24 horas colocou Itamaracá em um patamar de atenção elevado. Em municípios litorâneos, esse volume já representa risco importante para áreas urbanas com drenagem sensível. Por essa razão, a combinação entre chuva persistente e dificuldade de escoamento agrava rapidamente o quadro.
Na prática, foi exatamente esse cenário que moradores encontraram na ilha. Primeiro, a chuva caiu com força em diferentes momentos do dia. Depois, a água passou a se acumular em ruas e acessos residenciais. Como resultado, a população enfrentou alagamentos, insegurança e lentidão no deslocamento.
Enquanto isso, outras cidades da Região Metropolitana do Recife também registraram transtornos provocados pela chuva. Portanto, o episódio em Itamaracá se insere em um contexto regional de instabilidade climática. Em Pernambuco, esse tipo de ocorrência costuma expor falhas de drenagem e ampliar problemas em áreas com histórico de alagamento.
Moradores precisam evitar trechos encobertos pela água
Diante do avanço da água em vários pontos da ilha, a principal orientação é evitar a travessia de áreas alagadas. Mesmo quando o nível parece baixo, o risco permanece alto. Isso acontece porque a água pode esconder bueiros abertos, lixo acumulado, buracos e correntezas localizadas.
Além disso, a atenção deve ser redobrada em locais com pouca iluminação ou baixa visibilidade. Nessas condições, o morador perde a referência do terreno e aumenta a chance de acidente. Por isso, a recomendação é aguardar a redução do nível da água sempre que possível.
Ao mesmo tempo, a população deve acompanhar avisos meteorológicos e comunicados oficiais. Caso o alagamento avance ou se aproxime das residências, o ideal é procurar um local seguro e acionar os canais de emergência do município.
Alagamentos Itamaracá: Episódio reacende debate sobre drenagem urbana
O novo registro de alagamentos em Itamaracá recoloca em pauta a necessidade de ações preventivas na drenagem urbana. Entre elas, estão a limpeza de galerias, a manutenção de bocas de lobo e o monitoramento permanente de áreas críticas. Sem esse cuidado, os efeitos da chuva tendem a se repetir com força maior.
Na Rua Luís Cipião e em outros trechos do Pilar, a quarta-feira foi marcada por apreensão, dificuldade de circulação e medo de acidentes. Nesse contexto, o episódio reforça a cobrança por respostas estruturais do poder público. Mais do que uma ocorrência isolada, o cenário evidencia um problema urbano que volta a afetar a rotina dos moradores em períodos chuvosos.
Serviço ao leitor
Em caso de alagamento, a orientação é:
evitar caminhar ou dirigir em ruas cobertas por água;
manter crianças longe de bocas de lobo e canais;
não tentar atravessar trechos com correnteza;
acompanhar os comunicados oficiais e alertas meteorológicos;
Despedida João Campos: Segundo informações publicadas pelo Brasil de Fato e repercutidas na imprensa pernambucana, João Campos encerrou sua passagem pela Prefeitura do Recife com duas entregas de peso nesta quinta-feira (02/04). O então prefeito participou da inauguração do Hospital da Criança do Recife, em Areias, e da entrega de uma nova etapa do Parque Governador Eduardo Campos, no Pina.
O último dia de João Campos à frente da Prefeitura do Recife reuniu entregas administrativas e a formalização de sua saída do cargo. Após os eventos, ele apresentou a carta de renúncia ao mandato.
Durante a solenidade, João Campos reforçou o tom de encerramento de ciclo. Em discurso público, afirmou: “Saio após cinco anos e três meses. Saio para fazer mais pelo Recife e por Pernambuco”. A fala ampliou a leitura de que a saída da prefeitura ocorre com foco em um novo movimento político no estado.
Despedida João Campos: Último ato da gestão no Recife
Ao longo do dia, a despedida foi tratada como um marco administrativo. Ao mesmo tempo, também foi vista como um gesto de transição de poder no Recife. João Campos ainda declarou: “Saio e Victor Marques (vice-prefeito) assume. Será um grande prefeito. Bati recordes de entregas”.
Com isso, o discurso buscou associar o fechamento da gestão a um legado de obras e expansão de serviços. Portanto, a narrativa construída no evento combinou prestação de contas, continuidade administrativa e reposicionamento político.
Hospital da Criança é a principal entrega na saúde
Na área da saúde, a principal inauguração foi o Hospital da Criança do Recife Antônio Carlos Figueira, localizado na Avenida Recife, no bairro de Areias. A unidade foi apresentada como um novo equipamento estratégico da rede municipal pediátrica.
De acordo com informações divulgadas sobre a obra, o hospital recebeu investimento superior a R$ 200 milhões. Parte relevante desse montante veio do governo federal. Além disso, a operação deve acontecer de forma gradual, até alcançar funcionamento pleno nos próximos meses.
A estrutura conta com cerca de 12 mil metros quadrados e 60 leitos, entre enfermaria e UTI. Também terá capacidade para realizar um grande volume de consultas, exames e cirurgias ao longo do ano. Dessa forma, o município pretende ampliar a assistência pediátrica especializada pelo SUS.
Instalado no bairro de Areias, o Hospital da Criança do Recife recebeu 75% dos recursos do Ministério da Saúde e passa a oferecer 15 subespecialidades pediátricas, centro diagnóstico, bloco cirúrgico e 60 leitos voltados ao atendimento de crianças e adolescentes | Crédito: Wesley D’Almeida / Prefeitura do Recife
Corredor interno do Hospital da Criança do Recife integra a nova estrutura entregue em abril de 2026 na capital pernambucana | Crédito: Marlon Diego e Edson Holanda / Prefeitura do Recife
Atendimento pediátrico e serviços especializados
O novo hospital foi planejado para atuar em 15 subespecialidades pediátricas. Além disso, a unidade reúne centro cirúrgico, exames, atendimento odontológico e suporte multiprofissional. Esse conjunto deve reforçar a rede pública de saúde infantil da capital.
Outro ponto de destaque é o Centro TEA, integrado ao Núcleo de Desenvolvimento Integral. O espaço terá atendimento especializado para crianças e adolescentes com transtornos do neurodesenvolvimento. Ao mesmo tempo, o complexo contará com área de equoterapia, o que amplia o alcance social do equipamento.
Durante a inauguração, João Campos afirmou:
“O hospital vai ter capacidade de zerar filas importantes da cidade na área de pediatria”.
Na mesma ocasião, acrescentou que o novo centro poderá dar “autossuficiência” ao Recife em exames e fortalecer a capacidade da capital na área infantil.
Por sua vez, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, declarou:
“Este hospital será referência não só para Pernambuco, mas para todo o Brasil”.
Assim, a entrega também ganhou dimensão nacional no debate sobre estrutura pública de saúde.
Despedida João Campos: Parque amplia lazer e requalificação urbana
No Pina, a gestão entregou a etapa final do Parque Governador Eduardo Campos. O equipamento urbano ocupa a área do antigo Aeroclube e se consolidou como uma das principais intervenções recentes de lazer e convivência no Recife.
Segundo dados divulgados sobre o projeto, o parque chega a cerca de 70 mil metros quadrados. Com isso, supera áreas verdes tradicionais da cidade em dimensão e variedade de usos. Além do porte, o espaço reúne funções recreativas, esportivas e paisagísticas.
A fase entregue agora acrescentou quadra polivalente, campo de futebol, pistas de caminhada e skate, circuito de parkour, academia do idoso e novas áreas de convivência. Dessa maneira, o parque amplia a oferta de lazer para moradores e visitantes da Zona Sul.
Na reta final da gestão, João Campos participou da entrega de um parque na Zona Sul do Recife, em agenda com presença de crianças e foco em lazer urbano | Crédito: Hélia Scheppa e Edson Holanda / Prefeitura do Recife
Equipamento tem peso urbano e simbólico
Além do uso cotidiano, o parque carrega valor simbólico. Isso porque o espaço leva o nome do ex-governador Eduardo Campos e foi entregue no último dia de João Campos na prefeitura. Portanto, a inauguração reuniu memória política, marca de gestão e projeção eleitoral.
Em paralelo, o equipamento reforça uma agenda de requalificação urbana em uma área estratégica da capital. Por isso, a entrega foi tratada como uma obra de forte apelo popular e visual, com potencial de impacto duradouro no entorno.
Instalado no bairro do Pina, o Parque Eduardo Campos ocupa uma área de 70 mil metros quadrados às margens da Via Mangue, na região posterior ao shopping RioMar | Crédito: Diego Nigro / Prefeitura do Recife
Recorte de Pernambuco e cenário político
No tabuleiro político de Pernambuco, a saída de João Campos da prefeitura reorganiza o debate sobre a sucessão estadual. Ao mesmo tempo, transfere a Victor Marques a responsabilidade de manter a continuidade administrativa no Recife.
Victor Marques tomou posse como prefeito do Recife em 6 de abril de 2026, quatro dias após a renúncia de João Campos.
Além disso, as entregas do hospital e do parque funcionam como uma vitrine do encerramento da gestão. Assim, o movimento busca apresentar resultados concretos em áreas sensíveis, como saúde pública, lazer urbano e infraestrutura social.
A saída de João Campos encerrou um ciclo de pouco mais de cinco anos à frente da Prefeitura do Recife. A renúncia ocorreu no mesmo dia das entregas do Hospital da Criança e da etapa final do Parque Governador Eduardo Campos. Victor Marques assumiu definitivamente a prefeitura em 6 de abril, dando continuidade ao mandato municipal.